SECOS & MOLHADOS – O GATO PRETO CRUZOU A MPB

No segundo semestre de 1973, o Brasil foi assolado por uma banda irreverente e original, chamada de Secos & Molhados. Ostentando um visual glitter rock, a banda trazia um repertório jovial, mesclando a musicalidade da época com rock progressivo, baião, folk, poesia e folclore português.
Os Secos & Molhados, com as suas caras pintadas e coreografias sensuais, quebraram os preconceitos, driblaram a censura naquele que tinha sido o seu ano mais claustrofóbico, tomaram as atenções da mídia, instalaram-se nas paradas de sucesso, conquistaram o Brasil, tornando-se um fenômeno de vendas de discos e de público.
Na banda estavam: o luso-brasileiro João Ricardo, fundador e principal mentor dela; um ator pouco conhecido, um certo Ney Matogrosso, com uma voz bela e exoticamente feminina, jamais ouvida em um cantor brasileiro; e o mais discreto, mas não menos talentoso, Gerson Conrad. O álbum de lançamento, que levava o nome da banda, vendeu em dois meses, trezentas mil cópias, chegando a um milhão, algo só conseguido até então, por Roberto Carlos.
Crianças, adolescentes, adultos, jovens ou velhos, todos se deixaram seduzir pelo som e pela presença da banda. Seus shows lotaram os teatros do Rio de Janeiro e de São Paulo, obrigando-os a dar um concerto no Maracanãzinho, previsto para trinta mil pessoas, deixando noventa mil de fora do estádio.
Os mais conservadores coraram com os rebolados de Ney Matogrosso. O cantor trazia uma sensualidade latente, aguçada pelas fantasias exóticas que lhe deixavam o torso ornado por pêlos naturais à mostra. Considerados demasiados provocativos, alguns programas de televisão foram obrigados pela censura a filmá-los ao longe e, em grandes tomadas, somente os seus rostos deveriam ser mostrados. Mas o carisma da banda venceu todas as limitações morais de uma sociedade em mutação, e atraíram para si os holofotes e aplausos da fama.
Musicalmente, deixaram sucessos que até hoje nos seduz, como “O Vira”, “Sangue Latino” e “Rosa de Hiroshima”. O álbum “Secos & Molhados” é uma jóia rara da Música Popular Brasileira. Alegre, apaixonante, delicado, com canções reunindo a beleza de grandes poetas como Manuel Bandeira, Cassiano Ricardo, Vinícius de Moraes e João Apolinário, traduzidos numa sofisticada poesia musical.
À luz do tempo, os Secos & Molhados, que pareciam uma vanguarda momentânea, escreveram uma importante página da história da MPB que se fez nos anos setenta, com uma consistência perene. Na sua proposta audaciosa, jamais houve outros como eles. Se João Ricardo e Gerson Conrad, apesar de sempre trazerem trabalhos novos, não se tornaram grandes ícones da música, Ney Matogrosso é a própria MPB das últimas três décadas, um presente ao Brasil dos inesquecíveis Secos & Molhados.

A Formação dos Secos & Molhados

No início da década de 1970, João Ricardo, um jovem jornalista nascido em Portugal e vindo para o Brasil em 1964, começava a compor músicas. Filho do escritor e crítico de teatro português João Apolinário, que esteve exilado no Brasil durante a ditadura salazarista, João Ricardo teve por intermédio do pai, contato com grandes personalidades do teatro brasileiro.
Em setembro de 1970, João Ricardo, em férias em Ubatuba, numa casa de secos e molhados onde comia, cria o nome “Secos & Molhados”. No ano seguinte, em abril, conhece Antonio Carlos, o Pitoco, e Fred, formando com eles a primeira composição dos Secos & Molhados, fazendo apresentações no bar Kurtisso Negro, no Bixiga, em São Paulo. Na época surgiu o primeiro convite para que a banda gravasse um disco na Som Livre, feito por Solano Ribeiro. Mas Pitoco decide abandonar a banda e prosseguir com carreira a solo.
João Ricardo queria um cantor de voz diferente, de preferência com experiência teatral. Em agosto de 1971, conheceu através da cantora e compositora Luli, um jovem e desconhecido cantor de voz aguda, Ney de Souza Pereira, a quem convidou para ser vocalista da sua banda.
Ainda em 1971, o diretor teatral Antunes Filho pediu a João Ricardo uma música para o monólogo “Corpo a Corpo”, de Oduvaldo Vianna Filho, interpretado por Juca de Oliveira. Ele cria a canção “Vôo” (João Ricardo – João Apolinário). Em novembro, Ney que vivia no Rio de Janeiro, volta para São Paulo, para gravar a música para a peça. O cantor adota o nome artístico de Ney Matogrosso. “Vôo” seria gravada mais tarde, em 1974, pelos Secos & Molhados.
Em janeiro de 1972, o músico flautista Sérgio Rosadas, o Gripa, juntou-se ao grupo e, algum tempo depois, foi formalizada a entrada de Gerson Conrad, vizinho de João Ricardo. Estava feita a composição clássica dos Secos & Molhados.
Na sua formação clássica, o grupo apresentava-se no bar e restaurante “Casa de Badalação e Tédio”, no Teatro do Meio do Ruth Escobar, em São Paulo.
A banda entraria em estúdio no dia 23 de maio de 1973. Durante quinze dias, gravaram o seu primeiro disco no estúdio Prova, da Continental. Os produtores esperavam que vendessem mil e quinhentas cópias em um ano, venderam trezentas mil em dois meses.
Em setembro de 1973, o recém criado programa “Fantástico”, da TV Globo, que trazia uma proposta de fazer um jornalismo musical e original, apresentava uma banda experimental e exótica para os padrões da época, os Secos & Molhados. O público assistia pela primeira vez, uma banda brasileira aos moldes do glam rock, movimento de origem inglesa, também chamado de glitter rock, nascido no fim dos anos 1960, sendo difundido pelo mundo de 1971 a 1973. Vestiam-se de forma andrógina, com trajes extravagantes, além de vistosas maquiagens no rosto, com cílios postiços, batom. A novidade não chamaria tanto a atenção, não fosse a voz aguda e feminina de Ney Matogrosso, algo inédito no cenário musical; o jeito explosivo e elétrico do cantor despejava uma forte energia sexual. A banda refletia propositalmente uma ambigüidade sexual. Após a apresentação do “Fantástico”, a banda explodiu pelo Brasil. O álbum passou a ser vendido aos milhares. Na época, a crise do petróleo causava a falta de vinil no mercado. A Continental passou a comprar velhos discos e derretê-los para que pudesse ser feitos novas cópias, e atender à demanda do fenômeno Secos & Molhados.

Secos & Molhados, o Disco

Secos & Molhados”, primeiro álbum da banda homônima, foi lançado oficialmente em 6 de agosto de 1973, com um show no Teatro Aquarius, em São Paulo. A capa era, por si só, uma provocante obra de arte. Com fotografias de Antonio Carlos Rodrigues e layout de Décio Duarte Ambrósio, ela traz Ney Matogrosso e João Ricardo à frente, Gerson Conrad e um quarto elemento, o baterista Marcelo Frias, atrás; com as cabeças servidas em pratos, tendo ao redor, produtos secos e molhados, como vinho, feijão, pão… Os quatro (mais tarde, Marcelo Frias iria recusar-se a fazer parte da banda), estão com os rostos pintados. A originalidade da capa fez com que ela fosse eleita uma das mais originais e perfeitas dos discos da MPB. Produzido por Moracy do Val, o álbum traz treze faixas. São canções com duração pequena, algumas com pouco mais de um minuto. Com toques de rock and roll, folk, rock progressivo, baião e jazz, tudo isto arrematado por poemas musicalizados de autores modernistas.
Miticamente, o álbum abre com “Sangue Latino” (João Ricardo – Paulinho Mendonça). Canção com letra forte, de um existencialismo típico do desbunde, com um leve travo da fatalidade do fado português, o que lhe identifica o latino absoluto, tanto lusitano como sul-americano. É o grito do homem diante das trapaças da vida, pronto para sobreviver, sem olhar os seus mortos.

“Minha vida meus mortos
Meus caminhos tortos
Meu sangue latino
Minh’alma cativa
Rompi tratados
Traí os ritos”

A tortura existencialista da primeira faixa dá passagem para a alegre e mexida “O Vira” (João Ricardo – Luli). A canção foi o maior sucesso do disco, tocando exaustivamente na mídia da época. Ela recupera mitos e sons do folclore português, numa ligeira adaptação tropical. Uma geração inteira dançou ao som da canção, que sintetizava perfeitamente a proposta dos Secos & Molhados.

“O gato preto cruzou a estrada
Passou por debaixo da escada
E lá no fundo azul
Na noite da floresta
A lua iluminou a dança, a roda, a festa”

Um dos momentos de profundidade latente do disco, “O Patrão Nosso de Cada Dia” (João Ricardo), destila o homem moderno, preso entre o progresso e os seus próprios sentimentos, diluídos pela existência dos dias e das suas frustrações. 1973 foi o ano que o Milagre Brasileiro chegou ao fim, com ele o fim do apogeu econômico de uma geração. Restavam os sentimentos, a vida, presa à senha da sobrevivência e dos erros dos sentidos difusos.

“Eu vivo preso a sua senha
Sou enganado
Eu solto o ar no fim do dia
Perdi a vida”

Leve, suave e pulsante, “Amor” (João Ricardo – João Apolinário), combina a beleza da poesia de João Apolinário e a música de João Ricardo, pai e filho respectivamente. O amor, sentimento maior, na sua leveza sedutora, disfarçando a paixão, é na verdade algo complexo, que de suave coisa tem apenas a ilusão. A canção encantou os jovens da época, já sobreviventes do desbunde.
O ano de 1973 foi o mais feroz da censura militar, com várias obras amputadas e proibidas, em especial as de Milton Nascimento e de Chico Buarque. Mas os censores eram gente sem muita qualificação cultural, o que justifica “Primavera nos Dentes” (João Ricardo – João Apolinário), ter passado sem ser percebida na sua mensagem implícita. Grande parte da canção é só musical, o que faz com que o ouvinte pense que ela é instrumental. Para o fim, o poema de João Apolinário é despejado como um cântico doce, de mensagem dilacerante, cantado a três vozes, encerrado bruscamente por um grito agudo e passional de Ney Matogrosso.
Assim Assado” (João Ricardo), foi um grande sucesso entre os adolescentes e as crianças da época. Sua proposta lúdica, a lembrar histórias em quadrinhos, dá o tom jovial que fascina o público juvenil, que mergulha em uma deliciosa aventura sem sentido, sem pretensões explícitas.
Mulher Barriguda” (João Ricardo – Solano Trindade), escandalizava o público, quando Ney Matogrosso explodia a canção, de vertente moral, aos movimentos frenéticos dos seus quadris. Se ao olhar para uma mulher grávida, a pergunta se haveria guerra ainda quando ela crescesse era a mais cabível naquele ano. Logo a seguir ao lançamento do disco, uma guerra sangrenta foi deflagrada no Oriente Médio, entre Israel e os países árabes, o petróleo foi usado pela primeira vez, como arma de guerra, gerando uma grande crise mundial. O ano era nebuloso. E a pergunta da música veio como um sopro na esperança.

“Haverá guerra ainda?
Tomara que não
Mulher Barriguda?
Tomara que não”

El Rey” (João Ricardo – Gerson Conrad), é uma das menores faixas do disco, tendo apenas um minuto. Novamente o folclore lusitano mostra as suas influências sobre João Ricardo, em uma metáfora quase que em forma de galope medieval. Implicitamente, faz referência a celas cheias e a mortes de centenas. O ano era de 1973, celas, prisões e mortes eram normais nos porões da ditadura. A canção seria uma alegoria àqueles tempos sombrios? Talvez, mas os Secos & Molhados eram, supostamente alegres e leves para que se identificasse mensagem assim.
O disco atinge o seu ápice em “Rosa de Hiroshima” (Gerson Conrad – Vinícius de Moraes), a partir desta faixa, nada mais precisa brilhar. A poesia de Vinícius de Moraes é reluzida na beleza da canção de Gerson Conrad. Ressalta a dor da bomba atômica atirada sobre Hiroshima durante a Segunda Guerra Mundial. Se hoje o fato parece distante, como um filme de efeitos especiais, no inicio dos anos de 1970 ainda estava latente na dor do planeta. A voz de Ney Matogrosso, no seu esplendor jovial, transmite uma emoção ímpar, delineando a paisagem da tragédia. A canção tornou-se um clássico da MPB e símbolo de lutas pela vida em movimentos nacionais. É a única faixa do disco a não levar a assinatura de João Ricardo. Ressentido, ele declararia mais tarde, que Gerson Conrad era autor de uma música só.

“Pensem nas feridas como rosas cálidas
Mas oh! Não se esqueçam da rosa
Da rosa de Hiroshima
A rosa hereditária
A rosa radioativa estúpida e invalida
A rosa com cirrose
A anti-rosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa sem nada”

Prece Cósmica” (João Ricardo – Cassiano Ricardo) é mais uma canção que mostra a sofisticação literária musical dos Secos & Molhados, poucas vezes observada pelos fãs ou mesmo pela crítica. Cantada a três vozes, os agudos de Ney Matogrosso são aqui fulminantes, quase metálicos. A melodia dá luz às palavras, e a poesia acende o seu esplendor, como um vinho a aquecer o coração.
Rondó Capitão” (João Ricardo – Manuel Bandeira), é uma suave e deliciosa balada que se inspira em uma velha ciranda infantil. A canção tem pouco mais de um minuto, deixando um gosto de querer mais. Toda a delicadeza de Manuel Bandeira é captada pela voz de Ney Matogrosso, aqui graciosa e contida, quase etérea.
E a viagem pelo mundo dos poetas é encerrada com a faixa “As Andorinhas” (João Ricardo – Cassiano Ricardo), com apenas um minuto, a canção revela um Ney Matogrosso emotivamente melancólico, numa interpretação que se sustenta pela grandiosidade da voz e arranjos perfeitos. A condensação da letra lembra o experimentalismo dos tropicalistas, em 1968.
Quem pensa que já passou por todas as surpresas do álbum, chega à sua última faixa, “Fala” (João Ricardo – Luli) com mais uma extasiante surpresa. Canção intimista, contida em um Ney Matogrosso que pulsa emoções, com arranjos geniais de Zé Rodrix, que beiram ao psicodélico. Definitiva, a música parece encerrar de vez os resquícios do desbunde e criar uma nova geração, maliciosamente chamada de “bicho grilo”. “Fala” encerrava um grande disco, e explodia para o Brasil uma grande e mítica banda.

“Eu não sei dizer
Nada por dizer
Então eu escuto
(…)Fala”

O esplendor dos Secos & Molhados duraria apenas um verão. Após encherem o Maracanãzinho em fevereiro de 1974, extasiarem os mexicanos em uma excursão àquele país, eles entraram em estúdio para a gravação do segundo álbum. Entretanto, os componentes da banda já não se entendiam. Em agosto de 1974, apresentavam no “Fantástico” um novo disco ao Brasil, cantando “Flores Astrais” (João Ricardo – João Apolinário), e, ao mesmo tempo, anunciando o fim da banda.
Ney Matogrosso seguiu a solo, construindo uma das mais bem sucedidas carreiras da MPB. Gerson Conrad nunca deixou de cantar e compor, mas passou longe do sucesso. João Ricardo, após um período sozinho, fez várias e diferentes composições dos Secos & Molhados, mas nenhuma delas repetiu o sucesso e a magia daquela que encantou e seduziu o Brasil em 1973.

Ficha Técnica:

Secos & Molhados
Continental
1973

Produzido por: Moracy do Val
Direção Musical: João Ricardo
Direção Artística: Júlio Nagib
Coordenação de Produção: Sidney Morais
Arranjos: Secos & Molhados e Zé Rodrix
Estúdio: Prova
Gravação de Estúdio: Luís Roberto Marcondes e Luizio de Paula Salles Jr
Fotos: Antonio Carlos Rodrigues
Lay Out: Décio Duarte Ambrósio
Arte Final: Oscar Paolilo

Músicos Participantes:

Flauta Transversal : Sergio Rosadas
Flauta de Bambu: Sergio Rosadas
Piano: Zé Rodrix e Emílio Carrera
Guitarras: John Flavin
Bateria: Marcelo Frias
Acordeom: Zé Rodrix
Percussão: Marcelo Frias
Baixo: Willie Verdaguer
Sintetizador: Zé Rodrix
Ocarina: Zé Rodrix

Secos & Molhados:

Ney Matogrosso – Vocal
João Ricardo – Vocal, Violões de 6 e12 cordas e Harmônica de Boca
Gerson Conrad – Violões de 6 e 12 cordas e Acompanhamento vocal

Faixas:

1 Sangue Latino (João Ricardo – Paulinho Mendonça), 2 O Vira (João Ricardo – Luli), 3 O Patrão Nosso de Cada Dia (João Ricardo), 4 Amor (João Ricardo – João Apolinário), 5 Primavera Nos Dentes (João Ricardo – João Apolinário), 6 Assim Assado (João Ricardo), 7 Mulher Barriguda (João Ricardo – Solano Trindade), 8 El Rey (Gerson Conrad – João Ricardo), 9 Rosa de Hiroshima (Gerson Conrad – Vinícius de Moraes), 10 Prece Cósmica (João Ricardo – Cassiano Ricardo), 11 Rondó do Capitão (João Ricardo – Manuel Bandeira), 12 As Andorinhas (João Ricardo – Cassiano Ricardo), 13 Fala (João Ricardo – Luli)

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3 respostas para SECOS & MOLHADOS – O GATO PRETO CRUZOU A MPB

  1. erico disse:

    Que texto fantástico, Jeocaz! Talvez o melhor e mais completo que já li sobre o fenômeno S&M. Parabéns! E, realmente, Ney Matogrosso foi o legado mais belo que essa banda poderia ter nos presenteado. Cantor e performer de primeira linha, restaurou a ideia de espaço cênico na música brasileira, tornando-se além de um gde encenador, um importante pesquisador do passado musical brasileiro e “descobridor” de novos autores e de talentosos músicos. Ney recebeu na terça-feira, dia 24, o Prêmio Shell, pelo conjunto da obra. Merecidíssimo!
    Abs!

  2. Olavo disse:

    Parabéns, excelente artigo! Estou em pleno processo de vício em secos e molhados e esse artigo me “saciou” com informações sobre a banda de maneira completa e agradável de ler. Só acho que faltou algum comentário sobre o simbolismo comunista da “cor do velho” em “assim assado”.

    Parabens!!!

  3. Prezado editor esse post do seu blog foi linkado em uma matéria da revista Boteco Cultural. Siga o link abaixo
    http://www.botecocultural.com.br/?p=907
    {o link está na palavra Secos & Molhados}

    Consulto sempre seu site pelo apurado aprofundamento de cada tema.

    Abraços

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