A TORTURA NO REGIME MILITAR


O século XX ficou marcado como o século dos genocídios. A presença de regimes opressivos e totalitários, que se mantiveram através da força bruta, originaram os métodos científicos de tortura, disseminados por todas as nações do planeta. Quem pensa que a tortura é fruto do século que passou engana-se, desde os primórdios da história universal que o homem convive com ela. Dos antigos egípcios aos mesopotâmios, da inquisição medieval aos regimes totalitaristas nazistas, fascistas e stalinistas; a tortura foi uma forma que se desenvolveu para extrair depoimentos de oposicionistas, intimidar a população e consolidar os governos ilegítimos, construídos sem a participação ou o consentimento popular.
No Brasil do século XX, a tortura foi praxe nos dois maiores períodos ditatoriais que o país viveu, na época do Estado Novo (1937-1945) e do regime militar (1964-1985), sendo institucionalizada neste último período, banalizando-se e revelando-se como um método eficaz de garantir um Estado de ilegalidade.
Foi durante a ditadura militar que as maiores atrocidades foram cometidas contra os que se opunham ao regime. Neste período os estudantes, os intelectuais, os engajados políticos, foram as principais vítimas do sistema que contestavam. Em plena Guerra Fria, a elite brasileira posicionou-se do lado dos Estados Unidos e da direita ideológica. Ser comunista passou a ser terrorista. Combatê-los era, segundo a visão do regime, defender a pátria de homens que comiam criancinhas, pregavam o ateísmo e destruíam as igrejas e os conceitos familiares. No engodo de proteger o Brasil da ameaça comunista, instalou-se uma ditadura, que para manter os princípios da caserna ortodoxa, calou, torturou e matou sem o menor constrangimento, centenas de brasileiros.
A tortura durante o período do regime militar não livrou o Brasil dos militantes de esquerda, tão pouco destituiu da mente das pessoas o direito à liberdade de expressão que todos sonhavam. Se na sua propaganda o regime salvou o Brasil de terroristas comunistas, nos seus porões ela garantiu a sobrevivência de 20 anos de um Estado ilegítimo, feito sob a força bruta e o silêncio dos seus cidadãos.Identificação dos Torturados

Para que se perceba os princípios que regeram a tortura na época do regime militar, é preciso que se perceba também quem eram os torturados, ou os que se enquadravam nesse perfil de sórdida arbitrariedade. Com o fim da Segunda Guerra Mundial, a Europa e o mundo foram divididos pelos aliados vencedores e por suas ideologias. Objetivamente, Estados Unidos e União Soviética formaram duas forças antagônicas que ao encerrarem uma guerra, construíram uma outra, a chamada Guerra Fria.
Antes de entrar no turbilhão da Guerra Fria e posicionar-se em um dos lados, o Brasil encerrou a ditadura do Estado Novo, em 1945. Em 1946 o país promulgou uma nova Constituição, entrando numa nova fase democrática. Graças à nova Constituição, o Partido Comunista do Brasil, que se iria tornar Partido Comunista Brasileiro em 1960, o PCB, existente desde 1922, pôde finalmente ser legalizado. Quando da legalização, o PCB era o quarto partido do país, com dezessete deputados, um senador e a maioria dos vereadores da Câmara do Distrito Federal, na época o Rio de Janeiro.
Em 1947 os princípios da Guerra Fria foram estabelecidos, espalhando-se pelo mundo. Neste ano realiza-se a Conferência Interamericana de Manutenção da Paz e Segurança, em Petrópolis; dela participou o então presidente argentino Juan Perón. Na conferência foi assinado o Tratado de Assistência Recíproca, que permitia a intervenção norte-americana onde quer que a paz e a segurança estivessem ameaçadas. O Brasil entrava para a gestação da Guerra Fria, posicionando-se ao lado dos EUA. Já integrado nos princípios da Guerra Fria, neste 1947, deputados do PTB propuseram a cassação do PCB baseado no texto da Constituição, que vedava qualquer partido que contrariasse em seu programa o regime democrático, e os comunistas, contrários às posições difundidas por Washington, passaram a ser vistos como inimigos do regime vigente. Em outubro o Brasil rompe relações diplomáticas com a União Soviética. O PCB, que obtivera o terceiro lugar do total de votos nas eleições estaduais, tem a legenda cassada numa decisão tomada pela diferença de um voto. No começo de 1948 os deputados, senadores e vereadores eleitos pela legenda tiveram seus mandatos cassados e o PCB entrou definitivamente na clandestinidade. Desde então o partido escondeu-se por trás de outras legendas.
No princípio da Guerra Fria, a doutrina francesa do “inimigo interno” é adotada pelos norte-americanos. O inimigo não era mais uma nação expansionista, como na época da Segunda Guerra Mundial, mas o cidadão invisível, que habitava o seu país, mas era contra o regime nele estabelecido. O inimigo era todo aquele cidadão que se opunha aos princípios da democracia desenhada pelos americanos, da sua visão de mundo livre, posicionando-se favorável ao mundo socialista.
Estabelecido o conceito de “inimigo interno” (no caso os comunistas), a ele juntou-se a doutrina da “segurança nacional”. As Forças Armadas do Brasil e da América Latina, formadas por uma elite histórica e de forte conotação de direita, deixaram-se seduzir por estes conceitos. Dentro da caserna, os princípios que identificavam os “inimigos internos” eram passados hierarquicamente, e esses inimigos ganhavam identidades ideológicas: eram os próprios compatriotas comunistas, os de esquerda e todos aqueles que se opunham ao lado ocidental da Guerra Fria, ou seja, ao regime estabelecido pelos norte-americanos.
Os “inimigos internos” do Brasil, especificamente os comunistas, quando estabelecida a ditadura militar em 1964, paradoxalmente eram considerados traidores dos princípios “democráticos” e tornar-se-iam o principal alvo da tortura, os comunistas seriam os torturados.

Atos Institucionais e Órgãos de Informação Moldam a Ditadura e os Princípios da Tortura

Uma vez estabelecida a ditadura militar no Brasil, em 1 de abril de 1964, era preciso sustentá-la e legitimá-la. Apoiada logisticamente pelos EUA, baseando-se principalmente nos princípios anticomunistas da Guerra Fria, será dentro da Escola Superior de Guerra que se formulará os princípios da doutrina da segurança nacional, tendo como alvo o combate à esquerda, à eliminação dos “inimigos internos”. Para que se estabeleçam tais princípios, atos institucionais e leis repressivas dão legitimidade ao regime, e órgãos de informação são criados para que possam vigiar, identificar e eliminar o inimigo.
Em 9 de abril de 1964 é editado o primeiro Ato Institucional, que passaria para a história como AI-1, que legitimava o governo, estabelecendo 60 dias para que se acabasse o regime de exceção. O AI-1 dava poderes ao regime militar para cassar mandatos, suspendendo os direitos políticos por dez anos. João Goulart, Luiz Carlos Prestes, Juscelino Kubitschek, Jânio Quadros e Leonel Brizola são os primeiros cassados. O expurgo atingiu governadores, 50 deputados, 49 juízes, 1200 militares e 1400 civis.
Em 27 de outubro de 1965 foi editado o AI-2, estabelecia-se que as eleições para presidente seriam de forma indireta e sem possibilidades de reeleição; dissolvia os partidos existentes desde 1945, criando o bipartidarismo, formado pela Arena (Aliança Renovadora Nacional), partido de base de apoio ao regime, e o MDB (Movimento Democrático Brasileiro), a oposição consentida. Para garantir a maioria do governo no STF (Supremo Tribunal Federal), o AI-2 aumentava o número de ministros de 11 para 16.
O AI-3 é editado em 5 de fevereiro de 1966, reafirmando o regime militar estabelecido em 1964, definindo as eleições indiretas para os governadores dos estados, com votação nominal nas Assembléias Legislativas estaduais. Estabelecia ainda, que os prefeitos de capitais seriam nomeados pelos governadores. Com este último ato, o governo militar, estabelecido na figura do presidente general Humberto de Alencar Castelo Branco, consolida a ditadura no Brasil.
Legitimada através de atos institucionais, ao mesmo tempo a ditadura criava órgãos para vigiar e manter sob controle o pensamento em todos os setores da população. Sob as perspectivas mencionadas, surgiu, em 13 de junho de 1964, o Serviço Nacional de Informações (SNI), com a finalidade de coordenar por todo o território nacional as atividades de informação e contra-informação, assegurando assim, os conceitos estabelecidos pela doutrina da Segurança Nacional. Criado pelo general Golbery do Couto e Silva, o SNI veio à tona com um acervo de três mil dossiês e cem mil fichas com informações sobre as principais lideranças políticas, sindicais, estudantis e empresariais do Brasil. O SNI espalhou os seus tentáculos por toda a parte, funcionando durante a ditadura como uma polícia secreta comparável às SS de Hitler. Seus agentes infiltrados acompanhavam os considerados subversivos, doutrinavam colaboradores, arrebanhando voluntários por todas as partes, vigiando desde as igrejas aos meios de comunicação.
A partir do SNI, um eficiente mecanismo repressivo foi montado, com métodos eficazes de vigilância e controle sobre o cotidiano dos brasileiros, obedecendo a uma hierarquia. O SNI assessorava diretamente ao presidente do Brasil; os ministérios eram atendidos pelas DSIs (Divisões de Segurança e Informação); sendo os ministérios civis, autarquias, empresas e órgãos públicos atendidos pelas ASIs (Assessorias de Segurança e Informações).

Órgãos de Informação Militares e das Polícias Federais e Civis Exercem a Tortura

Subordinados ao SNI, órgãos de repressão e tortura foram estabelecidos. Dentro das Forças Armadas, as três armas montaram individualmente os seus centros de informação.
No governo de Castelo Branco o Exército quis criar o seu centro de informações, mas com as restrições do presidente, o CIEX (Centro de Informações do Exército) só teve o seu projeto implementado no governo Costa e Silva. O CIEX teria grande alcance nacional, tornando-se um dos principais órgãos de tortura e repressão.
A Marinha tinha o seu órgão de informações, o CENIMAR (Centro de Informações da Marinha), desde 1955, para tratar das questões fronteiriças e da diplomacia. Aos poucos o órgão foi perdendo as suas reais funções, enredando-se cada vez mais na política repressiva, especializando-se em combater a luta armada.
Em 1968 a aeronáutica toma a iniciativa de criar o seu órgão de informações, CISA (Centro de Informações da Aeronáutica), sendo os seus mentores treinados no exterior. Mas a sua montagem só ocorreu já no governo Médici, adotando em 1970, a estrutura de combate e repressão à luta armada, tendo grande atuação na repressão aos guerrilheiros.
Ainda subordinados ao SNI estavam a polícia federal e as polícias estaduais e o DOPS (Departamento de Ordem Política e Social). A partir de 1969, surgiu em São Paulo a Operação Bandeirantes (Oban), organização clandestina, formada por militares, agentes e delegados civis e federais, que torturavam e desapareciam com militantes comunistas. A Oban agia à margem da lei, tornando-se poderosa, financiada por grandes empresas como a General Motors, Ford e Ultragaz. A experiência da Oban serviu para unir todos os órgãos repressivos, desde então passaram a atuar em conjunto os órgãos de informação da polícia federal, polícia militar e DOPS. Em janeiro de 1970 foram criados os DOI (Departamento de Operações e Informações) e os CODI (Centro de Operação e Defesa Interna). O DOI-CODI na prática integrava todos os órgãos repressores e legalizava a Oban.
O DOI-CODI transformar-se-ia numa máquina de repressão e tortura, estendendo os seus tentáculos além das fronteiras do país, infiltrando-se no Chile, Uruguai, Bolívia e Argentina. O DOI-CODI, assim como a antiga Oban, recebia grandes recursos financeiros, sendo dotado de tecnologia, tendo as suas atividades orientadas pela lógica da disciplina militar.
Todos estes órgãos institucionalizaram a tortura, constituindo um grande aparelho repressivo que agiria de forma brutal e sanguinária sobre aqueles que contestavam o regime militar. Agentes especiais eram formados na ESNI (Escola Nacional de Informações), criada em 1971. Os melhores alunos eram enviados para o Panamá, cursando a Escola das Américas, mantida pela CIA, lugar onde formaram grandes ditadores militares, que depois de um golpe, assumiram o poder em vários países da América Latina.
Em dezembro de 1968 Costa e Silva fechou o Congresso, o AI-5 foi decretado, dando plenos poderes ao presidente e, entre outras coisas, abolindo o hábeas corpus aos presos políticos, legalizando a tortura. Nos ventos do AI-5, foi promulgado em 1969 o AI-14, que estabelecia a pena de morte, a prisão perpétua e o banimento do país dos que eram considerados terroristas e atentavam contra a nova Lei de Segurança Nacional.

A Tortura Propriamente Dita

A tortura do regime militar instalou-se no Brasil desde o primeiro dia que foi dado o golpe, em 1 de abril de 1964. A primeira vítima de tortura foi o líder camponês e comunista Gregório Bezerra. No dia do golpe, o coronel Vilocq amarrou Gregório Bezerra com cordas, ordenando que soldados o arrastasse pelas ruas de Recife, humilhando-o com vitupérios verbais, espancando-o com uma vareta de ferro. O coronel incitava o povo para ver o “enforcamento do comunista”. Diante do horror, religiosos telefonaram para o general Justino Alves Bastos, que pressionado, impediu um martírio. Gregório Bezerra levou coronhadas pelo corpo, além de ter os pés queimados com soda cáustica. No dia do golpe, Recife foi um dos lugares que mais sofreu atrocidades dos golpistas, tendo civis agredidos e mortos em passeatas que protestavam a favor da democracia.
Um mês depois do golpe, presos políticos eram conduzidos para o navio Raul Soares, rebocado do Rio de Janeiro até o estuário de Santos, litoral paulista. A prisão flutuante era dividida em três calabouços, batizados com nomes de boates famosas da época: El Moroco, salão metálico, sem ventilação, ao lado da caldeira, ali os prisioneiros eram expostos a uma temperatura que passava dos 50 graus; Night in Day, uma pequena sala onde os presos ficavam com água gelada pelos joelhos; Casablanca, lugar que se despejava as fezes do navio. Os três calabouços eram usados para quebrar a resistência dos presos. Sindicalistas e políticos da Baixada Santista passaram pela prisão flutuante do Raul Soares, que foi desativada no dia 23 de outubro de 1964.
Mesmo diante de tantas evidências, o governo militar jamais admitiu que havia tortura no Brasil, o presidente Castelo Branco chegou a negar publicamente a existência de truculência em seu governo. Mas contrariamente às palavras do presidente, no dia 24 de agosto de 1966, foi encontrado boiando no rio Jacuí, afluente do rio Guaíba, em Porto Alegre, o corpo do sargento Manoel Raimundo Soares, já em estado de putrefação, com as mãos amarradas para trás. O sargento fazia parte dos militares expurgados do exército por causa do seu envolvimento com a militância política no governo João Goulart. O seu corpo trazia marcas de tortura, causando grande comoção e revolta da população na época. Este foi o primeiro caso de tortura e morte que causou grande repercussão, ficando conhecido popularmente como o “caso das mãos atadas”. Os militares prometeram investigar as circunstâncias da morte do sargento e punir culpados, mas arquivaram o caso e jamais tiveram o trabalho de investigá-lo.

Os Métodos de Tortura nos Porões Militares

Quanto mais tempo durava o regime militar, mais pessoas faziam oposição às atrocidades por ele cometidas. Estudantes, padres, intelectuais e vários setores da sociedade passaram a contestar o regime. Aumentava a contestação, a resposta era a intensificação da tortura, conseqüentemente, a sofisticação dos métodos ocasionava um grande número de mortos.
Métodos científicos de tortura foram desenvolvidos. Monstros torturadores escreveriam o seu nome em letras gigantes nas páginas pungentes da história do Brasil. Nomes como o de Sérgio Fleury, uma espécie de Torqueimada da ditadura militar. Fleury levou a tortura para as celas do DOPS de São Paulo, situado na Luz, no prédio que é hoje a Pinacoteca do Estado. Outro lugar de tortura em São Paulo era o DOI-CODI do Paraíso, conhecido como a Casa da Vovó. Os prisioneiros chegavam às mãos de Fleury e dos seus homens já espancados e feridos, sangrando e muitos vezes, já agonizantes. Ali eram pendurados no pau-de-arara, recebendo descargas elétricas. Furadeiras elétricas eram usadas para perfurar corpos, navalhas rasgavam a carne, cigarros queimavam órgãos genitais, mulheres sofriam abusos sexuais. Socos, pontapés, afogamentos, eram complementos às torturas, que ficavam cada vez mais elaboradas.
Os métodos de tortura engendrados recebiam diversos nomes simbólicos, entre eles, os mais comuns registrados e confirmados por aqueles que os sofreu, são:
Pau-de-Arara – O preso era posto nu, abraçando os joelhos e com os pés e as mãos amarradas. Uma barra de ferro era atravessada entre os punhos e os joelhos. Nesta posição a vítima era pendurada entre dois cavaletes, ficando a alguns centímetros do chão. A posição causava dores e atrozes no corpo. O preso ainda sofria choques elétricos, pancadas e queimaduras com cigarro. Este método de tortura já existia na época da escravidão, sendo utilizado em várias fases sombrias da história do Brasil.
Cadeira do Dragão – Os presos eram sentados nus em uma cadeira elétrica, revestida de zinco, ligada a terminais elétricos. Uma vez ligado, o zinco do aparelho transmitia choques a todo o corpo do supliciado. Os torturadores complementavam o mecanismo sinistro enfiando um balde de metal na cabeça da vítima, aplicando-lhe choques mais intensos.
Choques Elétricos – O torturador usava um magneto de telefone, acionado por uma manivela, conforme a velocidade imprimida, a descarga elétrica podia ser de maior ou menor intensidade. Os choques elétricos eram deferidos na cabeça, nos membros superiores e inferiores e nos órgãos genitais, causando queimaduras e convulsões, fazendo muitas vezes, o preso morder a própria língua. As máquinas usadas nesse método de tortura eram chamadas de “maricota” ou “pimentinha”.
Balé no Pedregulho – O preso era posto nu e descalço em local com temperatura abaixo de zero, sob um chuveiro gelado, tendo no piso pedregulhos com pontas agudas, que perfuravam os pés da vítima. A tendência do torturado era pular sobre os pedregulhos, como se dançasse, tentando aliviar a dor. Quando ele “bailava”, os torturadores usavam da palmatória para ferir as partes mais sensíveis do seu corpo.
Telefone – Entre as várias formas de agressões que eram usadas, uma das mais cruéis era o vulgarmente conhecido como “telefone”. Com as duas mãos em posição côncava, o torturador, a um só tempo, aplicava um golpe violento nos ouvidos da vítima. O impacto era tão violento, que rompia os tímpanos do torturado, fazendo-o perder a audição.
Afogamento na Calda da Verdade – A cabeça do torturado era mergulhada em um tambor, balde ou tanque cheio de água, urina, fezes e outros detritos. A nuca do preso era forçada para baixo, até o limite do afogamento na “calda da verdade”. Após o mergulho, a vítima ficava sem tomar banho vários dias, até que o seu cheiro ficasse insuportável. O método consistia em destruir toda a auto-estima do torturado.
Afogamento com Capuz – A cabeça do preso era encapuzada e afundada em córregos ou tambores de águas paradas e apodrecidas. O prisioneiro ao tentar respirar, tinha o capuz molhado a introduzir-se nas suas narinas, levando-o a perder o fôlego, produzindo um terrível mal-estar. Outra forma de afogamento consistia nos torturadores fecharem as narinas do preso, pondo-lhe, ao mesmo tempo, uma mangueira ou um tubo de borracha dentro da boca, obrigando-o a engolir água.
Mamadeira de Subversivo – Era introduzido na boca do preso um gargalo de garrafa, cheia de urina quente, normalmente quando o preso estava pendurado no pau-de-arara. Usando uma estopa, os torturadores comprimiam a boca do preso, obrigando-o a engolir a urina.
Soro da Verdade – Era injetado no preso pentotal sódico, uma droga que produz sonolência e reduz as inibições. Sob os efeitos do “soro da verdade”, o preso contava coisas que sóbrio não falaria. De efeito duvidoso, a droga pode matar.
Massagem – O preso era encapuzado e algemado, o torturador fazia-lhe uma violenta massagem nos nervos mais sensíveis do corpo, deixando-o totalmente paralisado por alguns minutos. Violentas dores levavam o preso ao desespero.
Geladeira – O preso era posto nu em cela pequena e baixa, sendo impedidos de ficar de pé. Os torturadores alternavam o sistema de refrigeração, que ia do frio extremo ao calor exacerbado, enquanto alto-falantes emitiam sons irritantes. A tortura na “geladeira” prolongava-se por vários dias, ficando ali o preso sem água ou comida.
As mulheres, além de sofrer as mesmas torturas, eram estupradas e submetidas a realizar as fantasias sexuais dos torturadores. Poucos relatos apontaram para os estupros em homens, se houveram, muitos por vergonha, esconderam esta terrível verdade.

O Que Fazer aos Corpos dos Mortos Pela Tortura

Para que se desenvolvessem métodos tão sofisticados de tortura, praticados com grandes requintes, era preciso que o governo militar desenvolvesse a propaganda do culpado, cada torturado era culpado, era o temível comunista que assaltava bancos, o terrorista que comia criancinhas, que ameaçava a família, assim, era criado o preconceito contra os torturados, que eram culpados e merecedores de todos os suplícios que se lhe eram impostos em uma sala de tortura.
Os recrutados para exercer a tortura eram indivíduos que recebiam favorecimentos dos seus superiores, gratificações e reconhecimento de heróis, pois ajudavam a livrar o país dos terroristas comunistas. Eram pessoas intimamente agressivas, com desvio de personalidade, que legitimadas em seus atos sem limites, tornavam-se incapazes de ter sentimentos por quem torturava.
Se por um lado a tortura coibia, causava medo e terror em quem se deixara apanhar e, principalmente, em quem ainda estava livre, militando na clandestinidade, por outro lado ela causava um grande problema, como esconder os torturados mortos. O que fazer com os corpos, uma vez que o regime militar negava veementemente a existência da tortura nos seus calabouços?
Para resolver o problema dos torturados mortos, médicos legistas passaram a fornecer laudos falsos, que escondiam as marcas da tortura, justificando a morte da vítima como sendo de causas naturais. Muitos dos mortos pela repressão tinham no laudo médico o suicídio como a causa mais comum, vários foram os “suicidas” da ditadura. Outras causas que ocultavam a tortura nos laudos eram a dissimulação de atropelamentos, acidentes automobilísticos ou que tinham sido mortos em tiroteios com a polícia, jamais eram reveladas as torturas.
Muitos legistas chegavam a apresentar laudos de torturados mortos como se desfrutassem da mais perfeita saúde. Quando não se podia ocultar as evidências da tortura, muitos cadáveres eram enterrados como anônimos, sem que os familiares jamais soubessem o que aconteceu aos corpos dos seus mortos. As valas clandestinas dos mortos da ditadura ocultavam dos familiares a marca das torturas neles praticadas. Entre os médicos legistas que assinaram laudos falsos para encobrir a tortura, tornaram-se notórios Harry Shibata, Isaac Abramovitch e Paulo Augusto Queiroz Rocha.
Mas nem sempre os falsos laudos conseguiram esconder a tortura. Em novembro de 1969, Chael Charles Schreier, militante da Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares), foi preso, torturado e morto. O seu corpo foi enviado para um hospital, portanto ele já estava morto quando lá deu entrada. No relatório do exército, foi dito que Chael Charles Schreier ao ser preso com dois outros companheiros, reagira violentamente com disparos de revólver. Na troca de tiros, os três terroristas saíram feridos, sendo Chael o que estava em estado mais grave, sendo medicado no hospital, entretanto Chael sofreu um ataque cardíaco, vindo a falecer. O que os militares não sabiam é que Chael era judeu, e que para ser sepultado nas tradições da sua família, era realizado o ritual da lavagem do corpo. Durante o ritual, constatou-se que Chael não tinha morrido por um ataque cardíaco, muito menos por ferimentos de balas, mas sim por tortura. O caso veio à tona, tornando-se matéria da revista “Veja” em dezembro daquele ano, a revista trazia na capa o título “Tortura”. Esta exposição constrangeu profundamente o governo do presidente Médici, apesar da reportagem da “Veja” isentá-lo da culpa da tortura e da morte de Chael, responsabilizando os que cercavam o presidente, sem citar nomes ou culpados.
Outro laudo falso, assinado por Harry Shibata, foi o que dizia que a causa da morte do jornalista Vladimir Herzog, ocorrida nos porões da ditadura, em 1975, tinha sido suicídio. Desmascarada a farsa, o assassínio de Herzog por tortura teve grande repercussão, fazendo com que o então presidente, general Ernesto Geisel, admitisse que havia tortura nos porões da ditadura, iniciando um processo para desmantelar a máquina científica da institucionalização de tão vergonhosa e sanguinária prática. Também o caso da morte do operário Manoel Fiel Filho alcançou repercussão nacional, provando que a ditadura torturava e matava os seus opositores.

Conseqüências da Tortura no Brasil do Regime Militar

A tortura na ditadura militar tornou-se um instrumento fundamental para assegurar, através do medo e da repressão, a ideologia da caserna, amparada pela Guerra Fria e justificada pelos militares como necessária numa época de perigo à segurança nacional, ameaçada por terroristas comunistas.
Durante o período da ditadura militar, o povo brasileiro foi excluído do direito de participar da vida nacional. Através da força bruta, refletida na tortura, criou-se o medo na população, que por algumas décadas inibiu-se até mesmo dos direitos civis e de consumidor, formando um pacifismo involuntário que se tornou uma característica manipulada do brasileiro.
O governo instalado no dia 1 de abril de 1964, manteve-se contrariando todos os princípios que regem os direitos humanos, traduzidos na Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1948. Estes direitos foram negligenciados pelos Estados Unidos, que para manter a sua ideologia e democracia interna, apoiou e financiou sangrentas ditaduras militares em toda a América Latina, exportando para esses países, seus sofisticados métodos de tortura e combate ao perigo da ideologia soviética.
Na violação dos direitos humanos, americanos ensinavam aos policiais brasileiros a seqüestrarem mendigos, e neles desenvolverem métodos eficazes de tortura, que seriam usados nos inimigos do regime.
No período mais intenso da tortura militar, no início da década de setenta, os brasileiros foram ideologicamente divididos pelo governo em dois grupos: o grupo dos “verdadeiros cidadãos” e o grupo dos “inimigos internos”, tornando o princípio arbitrário a principal arma de propaganda difundida pelo regime.
Oficialmente, os inimigos internos do regime militar no período de intensificação total da tortura, de 1969 a 1974, eram os guerrilheiros e revolucionários de esquerda, vistos como terroristas, e que militavam principalmente, no Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8); Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares); Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR), Partido Comunista do Brasil (Pc do B), que promoveu a Guerrilha do Araguaia; Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), liderada por Carlos Lamarca, que se tornou ao lado de Carlos Marighella, os principais inimigos do regime; a Ação Libertadora Nacional (ALN), que de destacou na guerrilha urbana; e, o Partido Comunista Brasileiro (PCB), combalido por sucessivas divisões que deram origem à maioria dos grupos de resistência à ditadura mencionados. Das organizações citadas, cinco a seis mil pessoas participou da luta armada, um número insignificante quando o país chegava a 100 milhões de habitantes, não justificando a máquina mortífera que as polícias brasileiras e as Forças Armadas criaram, sustentadas na aplicação da tortura como método de repressão.
Além dos mortos e desaparecidos (também mortos, mas jamais tendo sido encontrados os seus corpos), a tortura deixou danos indeléveis aos que sobreviveram a ela, levando alguns ao suicídio, como aconteceu ao dominicano Frei Tito de Alencar Lima. Os que sobreviviam à tortura, eram permanentemente ameaçadas e vigiadas pelo regime opressivo. Até hoje, os torturados têm dificuldade na sua maioria, em falar dos horrores que sofreram nos porões da ditadura.
Os que ousaram a contestar a ditadura eram na sua maioria, jovens idealistas, muitos politizados e engajados, outros em processo de politização, que se atiravam aos ideais, dispostos até mesmo a morrer por eles. A maioria dos torturados que morreram eram jovens.
Mas a ditadura não matou somente os opositores engajados, os chamados comunistas, guerrilheiros e revolucionários, vários foram os inocentes apanhados nas malhas da delação, que pereceram sob tortura sem jamais descobrirem porque estavam a ter tão nefasto destino. Aos inocentes a tortura poderia ser mais intensa, já que nada sabiam, nada podiam revelar.
Findo o regime militar, a tortura foi justificada pelos ex-presidentes ditadores como um mal necessário, como arma de defesa diante de uma guerra que se vivia. Nenhum torturador foi preso ou punido por seus atos, todos foram beneficiados pela lei da Anistia, que em 1979 anistiou os presos políticos, os exilados e os torturadores da ditadura militar. A tortura continua a ser a maior página negra da recente história do Brasil.

Mortos e Desaparecidos

O modelo de tortura empregado pelos órgãos de informação da ditadura militar chegou a ser exportado para alguins países asiáticos, onde governos repressivos assumiram o poder. Curiosamente, países que adotaram regimes socialistas, como o Camboja, foram os que “importaram” os métodos da direita brasileira.
Uma lista oficial dos mortos e desaparecidos no período da ditadura militar (1964-1985), foi divulgada pelo Grupo Tortura Nunca Mais. São considerados desaparecidos casos que se tem dados da tortura cometida contra o militante e da sua eventual morte, mas que o seu corpo jamais foi encontrado ou identificado. Entre os casos está o do Stuart Edgard Angel Jones, que apesar das evidências do seu assassínio, é oficialmente um desaparecido, uma vez que não apareceu um cadáver para oficializar a sua morte. Os mortos foram divididos na lista como militantes políticos e outros, é o caso de Zuleika Angel Jones, mãe de Stuart, cuja morte jamais foi esclarecida. Segue a lista dos mortos e desaparecidos da ditadura militar. Esta lista pode ser encontrada no site do Grupo Tortura Nunca Mais, onde a ficha de cada morto ou desaparecido é divulgada, podendo ser pesquisada.

Mortes Oficiais:

1964

Albertino José de Oliveira
Alfeu de Alcântara Monteiro
Ari de Oliveira Mendes Cunha
Astrogildo Pascoal Vianna
Bernardinho Saraiva
Carlos Schirmer
Dilermando Mello do Nascimento
Edu Barreto Leite
Ivan Rocha Aguiar
Jonas José Albuquerque Barros
José de Sousa
Labib Elias Abduch
Manuel Alves de Oliveira

1965

Severino Elias de Melo

1966

José Sabino
Manoel Raimundo Soares

1967

Milton Palmeira de Castro

1968

Clóvis Dias Amorim
David de Souza Meira
Edson Luiz de Lima Souto
Fernando da Silva Lembo
Jorge Aprígio de Paula
José Carlos Guimarães
Luis Paulo Cruz Nunes
Manoel Rodrigues Ferreira
Maria Ângela Ribeiro
Ornalino Cândido da Silva

1969

Antônio Henrique Pereira Neto (Padre)
Carlos Marighella
Carlos Roberto Zanirato
Chael Charles Schreier
Eremias Delizoikov
Fernando Borges de Paula Ferreira
Hamilton Fernando Cunha
João Domingos da Silva
João Lucas Alves
João Roberto Borges de Souza
José Wilson Lessa Sabag
Luiz Fogaça Balboni
Marco Antônio Brás de Carvalho
Nelson José de Almeida
Reinaldo Silveira Pimenta
Roberto Cietto
Sebastião Gomes da Silva
Severino Viana Colon

1970

Abelardo Rausch Alcântara
Alceri Maria Gomes da Silva
Ângelo Cardoso da Silva
Antônio Raymundo Lucena
Ari de Abreu Lima da Rosa
Avelmar Moreira de Barros
Dorival Ferreira
Edson Neves Quaresma
Eduardo Collen Leite
Eraldo Palha Freire
Hélio Zanir Sanchotene Trindade
Joaquim Câmara Ferreira
Joelson Crispim
José Idésio Brianesi
José Roberto Spinger
Juarez Guimarães de Brito
Lucimar Brandão Guimarães
Marco Antônio da Silva Lima
Norberto Nehring
Olavo Hansen
Roberto Macarini
Yoshitame Fujimore

1971

Aderval Alves Coqueiro
Aldo de Sá Brito de Souza Neto
Amaro Luís de Carvalho
Antônio Sérgio de Matos
Carlos Eduardo Pires Fleury
Carlos Lamarca
Devanir José de Carvalho
Dimas Antônio Casemiro
Eduardo Antônio da Fonseca
Flávio de Carvalho Molina
Francisco José de Oliveira
Gerson Theodoro de Oliveira
Iara Iavelberg
Joaquim Alencar de Seixas
José Campos Barreto
José Gomes Teixeira
José Milton Barbosa
José Raimundo da Costa
José Roberto Arantes de Almeida
Luís Eduardo da Rocha Merlino
Luís Hirata
Luiz Antônio Santa Bárbara
Manoel José Mendes Nunes de Abreu
Marilene Vilas-Boas Pinto
Mário de Souza Prata
Maurício Guilherme da Silveira
Nilda Carvalho Cunha
Odijas Carvalho de Souza
Otoniel Campos Barreto
Raimundo Eduardo da Silva
Raimundo Gonçalves Figueiredo
Raimundo Nonato Paz ou “Nicolau 21”
Raul Amaro Nin Ferreira

1972

Alex de Paula Xavier Pereira
Alexander José Ibsen Voeroes
Ana Maria Nacinovic Corrêa
Antônio Benetazzo
Antônio Carlos Nogueira Cabral
Antônio Marcos Pinto de Oliveira
Arno Preis
Aurora Maria Nascimento Furtado
Carlos Nicolau
Danielli Célio Augusto Valente da Fonseca
Fernando Augusto Valente da Fonseca
Frederico Eduardo Mayr
Gastone Lúcia Beltrão
Gelson Reicher
Getúlio D’Oliveira Cabral
Grenaldo de Jesus da Silva
Hélcio Pereira Fortes
Hiroaki Torigoi
Ismael Silva de Jesus
Iuri Xavier Pereira
Jeová de Assis Gomes
João Carlos Cavalcanti Reis
João Mendes Araújo
José Bartolomeu Rodrigues de Souza
José Inocêncio Pereira
José Júlio de Araújo
José Silton Pinheiro
Lauriberto José Reys
Lígia Maria Salgado Nóbrega
Lincoln Cordeiro Oest
Lourdes Maria Wanderly Pontes
Luís Andrade de Sá e Benevides
Marcos Nonato da Fonseca
Maria Regina Lobo Leite Figueiredo
Míriam Lopes Verbena
Ruy Osvaldo Aguiar Pfitzenreuter
Valdir Sales Saboya
Wilton Ferreira

1973

Alexandre Vannucchi Leme
Almir Custódio de Lima
Anatália de Souza Alves de Mello
Antônio Carlos Bicalho Lama
Arnaldo Cardoso Rocha
Emanoel Bezerra dos Santos
Eudaldo Gomes da Silva
Evaldo Luís Ferreira Sousa
Francisco Emanoel Penteado
Francisco Seiko Okama
Gildo Macedo Lacerda
Helber José Gomes Goulart
Henrique Ornelas Ferreira Cintra
Jarbas Pereira Marques
José Carlos Novaes da Mata Machado
José Manoel da Silva
José Mendes de Sá Roriz
Lincoln Bicalho Roque
Luís Guilhardini
Luís José da Cunha Manoel Aleixo da Silva
Manoel Lisboa de Moura
Merival Araújo
Pauline Philipe Reichstul
Ranúsia Alves Rodrigues
Ronaldo Mouth Queiroz
Soledad Barret Viedma
Sônia Maria Lopes Morais

1975

José Ferreira de Almeida
Pedro Gerônimo de Souza
Vladimir Herzog

1976

Ângelo Arroyo
João Baptista Franco Drummond
João Fosco Penito Burnier (Padre)
Manoel Fiel Filho
Pedro Ventura Felipe de Araújo Pomar

1977

José Soares dos Santos

1979

Alberi Vieira dos Santos
Benedito Gonçalves
Guido Leão
Otacílio Martins Gonçalves
Santo Dias da Silva

1980

Lyda Monteiro da Silva
Raimundo Ferreira Lima
Wilson Souza Pinheiro

1983

Margarida Maria Alves

Outras Mortes:

Afonso Henrique Martins Saldanha
Antônio Carlos Silveira Alves
Ari da Rocha Miranda
Catarina Abi-Eçab
Iris Amaral
Ishiro Nagami
João Antônio Abi-Eçab
João Barcellos Martins
José Maximiniano de Andrade Neto
Luiz Affonso Miranda da Costa Rodrigues
Newton Eduardo de Oliveira
Sérgio Correia
Silvano Soares dos Santos
Zuleika Angel Jones

Mortes no Exílio:

Ângelo Pezzuti da Silva
Carmem Jacomini
Djalma Carvalho Maranhão
Gerosina Silva Pereira
Maria Auxiliadora Lara Barcelos
Nilton Rosa da Silva
Therezinha Viana de Assis
Tito de Alencar Lima (Frei)

Desaparecidos no Brasil:

Adriano Fonseca Fernandes Filho
Aluísio Palhano Pedreira Ferreira
Ana Rosa Kucinski Silva
André Grabois
Antônio “Alfaiate”
Antônio Alfredo Campos
Antônio Carlos Monteiro Teixeira
Antônio de Pádua Costa
Antônio dos Três Reis Oliveira
Antônio Guilherme Ribeiro Ribas
Antônio Joaquim Machado
Antônio Teodoro de Castro
Arildo Valadão
Armando Teixeira Frutuoso
Áurea Eliza Pereira Valadão
Aylton Adalberto Mortati
Bergson Gurjão Farias
Caiupy Alves de Castro
Carlos Alberto Soares de Freitas
Celso Gilberto de Oliveira
Cilon da Cunha Brun
Ciro Flávio Salasar Oliveira
Custódio Saraiva Neto
Daniel José de Carvalho
Daniel Ribeiro Callado
David Capistrano da Costa
Dênis Casemiro
Dermeval da Silva Pereira
Dinaelza Soares Santana Coqueiro
Dinalva Oliveira Teixeira
Divino Ferreira de Souza
Durvalino de Souza
Edgard Aquino Duarte
Edmur Péricles Camargo
Eduardo Collier Filho
Elmo Corrêa
Elson Costa
Enrique Ernesto Ruggia
Ezequias Bezerra da Rocha
Félix Escobar Sobrinho
Fernando Augusto Santa Cruz Oliveira
Francisco Manoel Chaves
Gilberto Olímpio Maria
Guilherme Gomes Lund
Heleni Telles Ferreira Guariba
Helenira Rezende de Souza Nazareth
Hélio Luiz Navarro de Magalhães
Hiram de Lima Pereira
Honestino Monteiro Guimarães
Idalísio Soares Aranha Filho
Ieda Santos Delgado
Ísis Dias de Oliveira
Issami Nakamura Okano
Itair José Veloso
Ivan Mota Dias
Jaime Amorim Miranda
Jaime Petit da Silva
Jana Moroni Barroso
João Alfredo Dias
João Batista Rita
João Carlos Haas Sobrinho
João Gualberto
João Leonardo da Silva Rocha
João Massena Melo
Joaquim Pires Cerveira
Joaquinzão
Joel José de Carvalho
Joel Vasconcelos Santos
Jorge Leal Gonçalves Pereira
Jorge Oscar Adur (padre)
José Humberto Bronca
José Lavechia
José Lima Piauhy Dourado
José Maria Ferreira Araújo
José Maurílio Patrício
José Montenegro de Lima
José Porfírio de Souza
José Roman
José Toledo de Oliveira
Kleber Lemos da Silva
Libero Giancarlo Castiglia
Lourival de Moura Paulino
Lúcia Maria de Sousa
Lúcio Petit da Silva
Luís Almeida Araújo
Luís Eurico Tejera Lisboa
Luís Inácio Maranhão Filho
Luiz Renê Silveira e Silva
Luiz Vieira de Almeida
Luíza Augusta Garlippe
Manuel José Nurchis
Márcio Beck Machado
Marco Antônio Dias Batista
Marcos José de Lima
Maria Augusta Thomaz
Maria Célia Corrêa
Maria Lúcia Petit da Silva
Mariano Joaquim da Silva
Mario Alves de Souza Vieira
Maurício Grabois
Miguel Pereira dos Santos
Nelson de Lima Piauhy Dourado
Nestor Veras
Norberto Armando Habeger
Onofre Pinto
Orlando da Silva Rosa Bonfim Júnior
Orlando Momente Osvaldo Orlando da Costa
Paulo César Botelho Massa
Paulo Costa Ribeiro Bastos
Paulo de Tarso Celestino da Silva
Paulo Mendes Rodrigues
Paulo Roberto Pereira Marques
Paulo Stuart Wright
Pedro Alexandrino de Oliveira Filho
Pedro Carretel
Pedro Inácio de Araújo
Ramires Maranhão do Vale
Rodolfo de Carvalho Troiano
Rosalino Souza
Rubens Beirodt Paiva
Ruy Carlos Vieira Berbert
Ruy Frazão Soares
Sérgio Landulfo Furtado
Stuart Edgar Angel Jones
Suely Yumiko Kamayana
Telma Regina Cordeiro Corrêa
Thomaz Antônio da Silva Meirelles Neto
Tobias Pereira Júnior
Uirassu de Assis Batista
Umberto Albuquerque Câmara Neto
Vandick Reidner Pereira Coqueiro
Virgílio Gomes da Silva
Vitorino Alves Moitinho
Walquíria Afonso Costa
Wálter de Souza Ribeiro
Wálter Ribeiro Novaes
Wilson Silva

Desaparecidos no Exterior:

Argentina

Francisco Tenório Júnior
Jorge Alberto Basso
Luiz Renato do Lago Faria
Maria Regina Marcondes Pinto
Roberto Rascardo Rodrigues
Sidney Fix Marques dos Santos
Walter Kenneth Nelson Fleury

Bolívia

Luiz Renato Pires de Almeida

Chile

Jane Vanini
Luiz Carlos Almeida
Nelson de Souza Kohl
Túlio Roberto Cardoso Quintiliano
Wânio José de Matos

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68 respostas para A TORTURA NO REGIME MILITAR

  1. laurimar gomes da silva/ Brasília df /Brasil disse:

    Sou historiador e fico indignado com o que aconteceu com os torturadores, sinceramente sou a favor de que façam o mesmo com esses animais de farda, acho que eles tem que serem torturados e justiçados em um paredão pela justiça revolucionária

  2. lucival disse:

    -O que eram comícios relâmpagos e por que eles aconteciam?
    -Quais são os três procedimentos de tortura utilizado pelos órgãos de repressão durante a ditadura militar?
    -O que foi a operação condor?Quais os países nelas envolvidos?
    -O que foi a lei da Anistia de 1979?

    POr favor me responde essas questões.

    Lucival.

  3. Lucas Henrique disse:

    Excelente postagem. Notícias e relatos como estes devem sempre ser divulgados. Graças aos comunistas e aos grupos “anti-ditadura”, o regime militar foi desmoralizado e viu o seu fim chegar em 85. Sendo ou não de esquerda, somos em 1° lugar cidadãos brasileiros, e por isso, devemos sempre prezar pelo o que é melhor pela nossa pátria, sem atrocidades e manipulação de massas.

  4. Joana Silveira. disse:

    É um absurdo isso aí. Nem tenho o que comentar.

  5. julia disse:

    É COM MUITA TRISTEZA QUE LI TUDO ISSO…
    FIQUEI CHOCADA E ENOJADA…COM TANTA CRUELDADE…
    AINDA BEM QUE A DEMOCRACIA CHEGOU…E MESMO COM UM PAÍS ONDE O QUE REINA É A CORRUPÇÃO, PODEMOS SENTIR, RESPIRAR E LUTAR SEMPRE, PARA QUE ESSE TIPO DE COISA NUNCA MAIS ACONTEÇA…E NO MAIS É PEDIR A DEUS QUE NUNCA FIQUE ESCONDIDO QUAISQUER TIPO DE BARBÁRIE FEITA CONTRA QUALQUER BRASILEIRO.
    E MESMO A JUSTIÇA SENDO CEGA PRA OS HOMEMS,A JUSTIÇA DE DEUS NÃO É!
    JAMAIS DEVEMOS ESQUECER QUE A BORRACHA DA VIDA É O TEMPO………………

  6. Darcy Brasil R da Silva disse:

    No Brasil de hoje,que volatiza nas ilusões da democracia liberal burguesa e alieniza-se no éter das desilusões neoliberais, é imperativo exigir a condena-ção rigorosa destes crimes de lesa-humanidade e de lesa-patriotismo.Ao mesmo tempo,deve-se também cultivar a memória e os valores desta luta,que às vezes parecem também merecer lugar na lista de desaparecidos.Pior que pessoas desaparecidas é o esquecimento ou tergiversação dos ideais que elas representaram e ainda representam.

  7. Stela Cazelli disse:

    A tortura no regime militar foi tão ignóbil, que os próprios militares a negam, numa clara evidência que não aceitam que as pessoas tomem conhecimentos dos seus métodos torpes. Inicialmente eles é que estão passando atestado dos seus atos vergonhosos ao negá-los. Quando as pessoas falam que na época não existia a corrupção e maus políticos, fico pasma com tanta ignorância e falta de conhecimento. Todos os maus atos que existem atualmente, são provenientes da ditadura, onde os atos desonestos,as facultras eram incitados, porque o brasileiro que se manifestasse contra ou denunciasse esses atos, era sumariamente preso e muitas vezes desaparecido. As escolas e hospitais públicos tiveram sua decadência iniciada nesse famigerado período. Foi quando os planos de saúde entraram no mercado. E a dívida com o FMI? É imbecilidade alguém falar de corrupção atual, sem lembrar (tão de sacanagem ou desconhecem?) que Sarney, Maluf, Calheiros, ACM entre tantos corruptos foram crias do regime militar. Se fizeram, foram nomeados para cargos públicos sem eleição, eram os chamados governadores/prefeitos/senadores biônicos. Isso às custas do povo, que pagavam seus salários e mordomias, sem que fossem escolhidos por ele. A volta do militarismo é bom para os dementes ou os que não têm noção do que falam, pq pensar está provado que não sabem.

  8. José Tarcízio Fernandes disse:

    Torturador não passa de psicopata, cujos desvios de conduta antissocial se caracterizam como verdadeiros e hediondos crimes contra a humanidade, insuspetíveis de cair na vala comum do esquecimento, menos ainda da prescrição. Praticam atos tão horripilantes que os fazem merecedores da mais severa punição, inclusive, com um monumento em praça pública de cada capital, no qual seus rostos sejam cinzelados no bronze ao lado da relação dos torturados, mortos e desaparecidos por eles, para que a sua ignomínia contra o ser humano se exiba todo dia aos olhos da população.Parece até que eles ou não têm filhos, ou, se os têm, na hora da tortura, por alguma lavagem cerebral que assimilam,nem sequer deles se lembram.

  9. josé disse:

    É muito revoltante.

    A ditadura acabou e nada aconteceu com essa verdadeira escória que praticou esses atos inacreditaveis.

    estão todos aí, até hoje, vivendo num bem bom com aposentadoria integral sendo sustentados pelos nossos impostos.

    Até hoje sustentamos o salário dessas pessoas que cometeram crimes horrendos contra o Brasil e contra a humanidade.

    Eu sinto vergonha de viver em um país que tem a brutalidade como parte de sua história desde sua formação.

    Onde a opressão social, escravidão, tortura, execução inoficial, corrupção e cinismo fazem ou fizeram parte do nosso dia-à-dia.

    e à tudo assistimos, como sempre, pasmos e impotentes.

    eu gostaria de ter nascido em outro país, um lugar mais humano onde as pessoas se respeitam e buscam a paz e o bem-estar.

    A estória desse país é revoltante, quando vamos aprender a nos respeitar mais ?

  10. ALEX KRICZEK disse:

    Sou a favor de que se punam os torturadores, mas dos dois lados. Os “galantes herois do proletariado”, que tombaram na luta contra os “fascistas” militares, e os que agora estão no governos do cachaceiro molusco guia, deveriam também serem punidos por tortura. Afinal eu pergunto: Sequestrar e colocar um revolver na cabeça dizendo à vitima que iria morrer, também não é tortura? Entrar em bancos para roubar e em guarnições militares para roubar, deixando as vitimas em estado de panico, também não é tortura? Então muita gente que está nesse governo corrupto do cachaceiro mestre deve também ser punido – DILMÃO ROUSSEFF – FRANKLIN MARTINS – JOSÉ JENUINO – JOSÉ (COVARDE) DIRCEU. Tenho ódio dos militares pelo fato deles terem prometido que iriam colocar ordem no pais, mas só exterminaram metade dos esquerdistas. kkkkk

    • Jaderson Freitas disse:

      Fala, reaça. Quem lutou contra o regime imposto tinha razões legítimas para fazê-lo, quem usurpou o regime não tinha direito algum a torturar ninguém.

    • ADE disse:

      É GRAÇAS AOS ESQUERDISTAS QUE MORRERAM E TANTOS OUTROS QUE VOCÊ PODE HOJE COM LIBERDADE E NUM PAIS DEMOCRATICO,MANIFESTAR ESTE SEU LIXO DE OPINIÃO MEU CARO…

  11. Roberto de Oliveira disse:

    Pela convenção de Genebra os militares Brasileiros todos do periodo da ditadura seriam julgados como os nazistas porque o que fizeram com os prisioneiros era crime de guerra,por isso eles não querem que abram os arquivos da ditadura,Assassinos,”executar prisioneiros é crime de guerra”

  12. ALEX KRICZEK disse:

    Sr. Roberto de Oliveira, terrorista não é “soldado” em uma guerra convencional e não estavam amparados pela convenção de genebra.Por isso os militares passaram “cerol” nessa ralé. Os ditos “herois” que lutaram pela “DEMOCRACIA” – KKKKK também mataram e mutilaram muita gente em nome da “revolução do proletariado”. Os militares deveriam eram ter mandado todos eles para o inferno.Fizeram um trabalho mal feito. Hoje esse ladrões formaram uma quadrilha e estão assaltando o pais – PT AND CORRUPTIONS INCORRPORATIONS – tendo como presidente um cachaceiro e racista, que tenta dividir o pais para governar. Um dia o povo vai abrir os olhos e então poderemos fazer um festim de baltazar e queimar todos eles – kkkkkk

    • Jaderson Freitas disse:

      Quem diz que era uma ‘guerra’ eram os militares. Se era, teriam que seguir a referida convenção, se não era, mentiram para poder esmagar opositores políticos, já que o aparato repressivo estava em suas mãos e dele usaram e abusaram. Corrupto é quem defende os bandidos de farda e seus continuadores (FHC, filho e sobrinho de militares, desvinculou os aumentos dos civis e militares para poder dar aumentos diferenciados a estes).

  13. natalia disse:

    olá! gostaria de usar referencias desse texto num trabalho acadêmico. será que elas podem ser enviadas para esse email.
    muito obrigada

    • Natália

      Costumo ler muitos artigos de jornais, revistas de época que se encontram digitadas, livros que leio, a minha militância em partidos clandestinos durante o finzinho da ditadura militar, e os relatos que lá ouvi… Vi o site que trata dos torturados e desaparecidos, Tortura Nunca Mais!
      Enfim, são várias referências que não me preocupei em citá-las, pois não alçava um artigo acadêmico! Fiz como um trabalho jornalístico e, que por incrível que pareça, inesperadamente, acabou por se tornar uma referência na internet sobre o assunto. São várias as pessoas que me procuram por causa do texto, querendo usá-lo em trabalhos acadêmicos! Cheguei a trocar e-mails de informação com alguns, de ajuda, mas hoje o meu tempo já não o permite. Quem usou o texto como referência, citou o artigo e o meu nome!

      Grande abraço

      Jeocaz Lee-Meddi

  14. Aline Estevam Moura disse:

    Bom dia a todos!!!
    Sou estudante de História e estava fazendo essa leitura pra enriquecer meus conhecimentos da área, pois é um tema que gosto muito, a briga pela liberdade. Em minha opinião foram todos guerreiros. Quanto aos torturadores deveriam pagar pelo que fizeram. Deveria de alguma forma o congresso brasileiro fazer leis que punam- los. Sinceramente, isso me revolta.

    Abraço a todos.

  15. luan disse:

    totalmente fora de opçao hoje graças a deus nao temos mais isso…….viva a independencia…..

  16. Antonio Carlos Coqueiro Pereira disse:

    Bondia Senhor ALEX KRICZEK! Vou ser classico para que você entenda a dor de quem tem parentes desaparecidos ou mortos pelos crapulas da ditadura. Cocê deve sser um bastardo filho de criação de uma família burguesa, que foi sustentada pelos governos ditatoriais, deve ser mais que formou ou conseguiu ter posse com o dinheiro dos pobres brasileiros. Então seu monte de instrume, para tercer comentário sobre quem foi torturados, sobre aqueles herois que tentaram libertar o Brasil da mordaça, primeiro você tem que virar gente e segundo terá que lavar essa boca.

    • alex kriczek disse:

      Sr. Antonio Carlos Coqueiro, eu não sou bastardo, pois conheci meu pai, COISA QUE ACHO QUE VC NÃO CONHECEU O SEU, pois pelo seu linguajar, vc deve ter sido criado em uma área de prostibulo onde sua mãe trabalhava, ou em “algum morro ou favela”. Meu pai foi um homem que lutou muito para criar sua familia e houve época em que ele tinha dois empregos. Estudou muito.Cursou faculdade e se formou em direito.Foi um bom advogado. Fui criado no seio de uma familia catolica, onde imperava a disciplina e o respeito aos valores éticos e morais. Coisas que são totalmente esquecidas pelos”DOGMAS DOS IMBECIS SOCIALISTAS” como vc. Não tenho vergonha de dizer, e sinto orgulho mesmo, meu avó era sargento do exercito em 1935 e ajudou a abafar a intentona comunista do imbecil do CARLOS PRESTES. Ele falava que passou fogo em muitos vermelhos – kkkkk. Encostava eles na parede e atirava sem dó ou piedade. Que bom,, ele estava limpando a mundo da escória da humanidade. Me divertia em ouvir suas histórias. Ele era um nacionalista e tinha medo que o nosso Brasil virasse uma sucursal da infame união soviética, o reduto de um dos maiores monstros sanguinários – o psicopata Stalim.Se as forças armadas não tivessem dado duro nos ‘HEROIS DO PROLETARIADO” – KKKKKKK – Hoje seriamos como Cuba ou a colombia e tendo as farc como co-irmãs aqui no brasil. Então amigo, não me importo de ser chamado de monte de instrume, pois não sou. Aproveitei o trabalho duro que meu pai teve para me dar tudo de bom. Fiz faculdade, me formei tenho um bom emprego, e não vivo militando em uma corrente politica que já nasceu morta, onde prega o materialismo e engana o povão com mentiras. Agora me diga,Quem são os teus herois? Deve ser: POL POT – GRANTE REFORMADOR E HUMANISTA – RESPONSAVEL PELOS CAMPOS DA MORTE DO KHMER VERMELHO – MANUEL MOROLANDA – CRIADOR DAS FARC – STALIN – GRANDE HOMEM – DEVERIA SER ELEVADO A BENFEITOR DA HUMANIDADE – LENIN – OUTRO GRANDE HUMANISTA – HUGO CHAVES – O SEGUNDO MAIOR FANFARRÃO DA AMERICA LATINA, QUE COMPETE EM BURRICE E MEDIOCRIDADE COM O “MAIOR ENGANADOR DA BOA FÉ DO POVO” O MAIOR ESTELHIONATÁRIO POLITICO DE TODOS OS TEMPO – LULA MOLUSCO – DOUTOR ONORIS CAUSA, EM QUE? – EM CONSUMO DE CACHAÇA – KKKKK. FIDEL CASTRO – Um dosm maiores assassinos das americas. Vcs vivem do passado e cometeram crimes horrendos. Me fale de quem matou o SOLDADO KOSSEL, o CAPITÃO CHANDLER.? A verdade é que vcs queriam colocar um citadura de esquerad aqui no Pais, mas graças às nossas forças de segurança isso não aconteceu. Se houve tortura , Teve de haver,pois “BANDIDO SÓ FALA NO PAU DE ARARA” – KKKKKK E VCS NÃO DIFEREM EM NADA DE BANDIDOS – EU QDO VEJO ALGUEM DO PT OU DO PC, COLOCO MINHA MÃO NA CARTEIRA COM MEDO DE SER ROUBADO – DEPOIS DO MENSALÃO, DOLAR NA CUECA – DELUBIO SOARES – ZÉ DIRCEU (UM MEDIOCRE CHEFE DE QUADRILHA E COVARDE). ESPERO QUE O POVO ACORDE ENQUANTO É TEMPO. MAS VEJA DIA VIRÁ QDO NOVAMENTE TEREI O PRAZER DE VER OS TANQUES CERCANDO O CONGRESSO E O PLANALTO, PRENDENDO ESSA RALÉ DESSA QUADRILHA DO PT QUE COLOCOU AS MÃOS NO PAIS PARA SAQUEAR – ONDE SERÃO CRIADOS TRIBUNAIS POPULARES PARA FUZILAR E LIMPAR O PAIS DESSA ESCÓRIA QUE SÃO OS PETRALHAS – KKKKK.
      AH, UM CONSELHO, SAIA DAQUI ENQUANTO HA TEMPO, POIS O JOGO VAI VIRAR E NOSSA VEZ CHEGARÁ – KKKKKK

      • luiz mattos disse:

        Típico dos covardes,usar da distancia para dar uma de macho.Conheci muitos assim,no arara cantava como canário.Es um imbecil e um bundão!

      • Tata disse:

        Por que vc não se mata, Alex? Eu não sou petista, mas sou totalmente contra o que esses militares ridículos fizeram na época do Regime Militar. Graças a Deus que vivemos numa DEMOCRACIA, que podemos nos expressar, mesmo que seja pra falar mal do Governo! Sim, o Governo do nosso país é corrupto, mas a corrupção SEMPRE existiu no Brasil, desde a época de Dom Pedro I (e sim, também existiu na época do Regime Militar). E eu espero que seu avô, por ter matado pessoas a sangue frio, esteja QUEIMANDO NO INFERNO. E vc, se não mudar essa sua visão ridícula, quando morrer, também queimará no inferno, seu hipócrita do caralho.

  17. Antonio Carlos Coqueiro Pereira disse:

    Bom! Foi o único defeito do governo do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de não abrir completamente os arquivos dos presos políticos e dos desaparecidos e dos mortos pela ditadura. Enquanto a punição? Acho que deveriam também tortura aqueles que mataram e desapareceram com os corpos para dizer onde eles interraram ou jogaram para os famíliares ter paz no coração e na mente.

  18. eu estou fazendo um trabalho de históri sobre o regime militar
    e gostei muito das fontes buscadas mais principalmente
    desta pois conta com detalhe o que ralmente acontecia,
    colocando a justiça a favor dos torturados. e provando para aueles porcos sáticos quem eles realmente eram.era tão terrivel q nem eles queriam aceitar.

  19. Alex kriczek disse:

    Sr. Antonio Carlos Coqueiro, eu não sou bastardo, pois conheci meu pai, COISA QUE ACHO QUE VC NÃO CONHECEU O SEU, pois pelo seu linguajar, vc deve ter sido criado em uma área de prostibulo onde sua mãe trabalhava, ou em “algum morro ou favela”. Meu pai foi um homem que lutou muito para criar sua familia e houve época em que ele tinha dois empregos. Estudou muito.Cursou faculdade e se formou em direito.Foi um bom advogado. Fui criado no seio de uma familia catolica, onde imperava a disciplina e o respeito aos valores éticos e morais. Coisas que são totalmente esquecidas pelos”DOGMAS DOS IMBECIS SOCIALISTAS” como vc. Não tenho vergonha de dizer, e sinto orgulho mesmo, meu avó era sargento do exercito em 1935 e ajudou a abafar a intentona comunista do imbecil do CARLOS PRESTES. Ele falava que passou fogo em muitos vermelhos – kkkkk. Encostava eles na parede e atirava sem dó ou piedade. Que bom,, ele estava limpando a mundo da escória da humanidade. Me divertia em ouvir suas histórias. Ele era um nacionalista e tinha medo que o nosso Brasil virasse uma sucursal da infame união soviética, o reduto de um dos maiores monstros sanguinários – o psicopata Stalim.Se as forças armadas não tivessem dado duro nos ‘HEROIS DO PROLETARIADO” – KKKKKKK – Hoje seriamos como Cuba ou a colombia e tendo as farc como co-irmãs aqui no brasil. Então amigo, não me importo de ser chamado de monte de instrume, pois não sou. Aproveitei o trabalho duro que meu pai teve para me dar tudo de bom. Fiz faculdade, me formei tenho um bom emprego, e não vivo militando em uma corrente politica que já nasceu morta, onde prega o materialismo e engana o povão com mentiras. Agora me diga,Quem são os teus herois? Deve ser: POL POT – GRANTE REFORMADOR E HUMANISTA – RESPONSAVEL PELOS CAMPOS DA MORTE DO KHMER VERMELHO – MANUEL MOROLANDA – CRIADOR DAS FARC – STALIN – GRANDE HOMEM – DEVERIA SER ELEVADO A BENFEITOR DA HUMANIDADE – LENIN – OUTRO GRANDE HUMANISTA – HUGO CHAVES – O SEGUNDO MAIOR FANFARRÃO DA AMERICA LATINA, QUE COMPETE EM BURRICE E MEDIOCRIDADE COM O “MAIOR ENGANADOR DA BOA FÉ DO POVO” O MAIOR ESTELHIONATÁRIO POLITICO DE TODOS OS TEMPO – LULA MOLUSCO – DOUTOR ONORIS CAUSA, EM QUE? – EM CONSUMO DE CACHAÇA – KKKKK. FIDEL CASTRO – Um dosm maiores assassinos das americas. Vcs vivem do passado e cometeram crimes horrendos. Me fale de quem matou o SOLDADO KOSSEL, o CAPITÃO CHANDLER.? A verdade é que vcs queriam colocar um citadura de esquerad aqui no Pais, mas graças às nossas forças de segurança isso não aconteceu. Se houve tortura , Teve de haver,pois “BANDIDO SÓ FALA NO PAU DE ARARA” – KKKKKK E VCS NÃO DIFEREM EM NADA DE BANDIDOS – EU QDO VEJO ALGUEM DO PT OU DO PC, COLOCO MINHA MÃO NA CARTEIRA COM MEDO DE SER ROUBADO – DEPOIS DO MENSALÃO, DOLAR NA CUECA – DELUBIO SOARES – ZÉ DIRCEU (UM MEDIOCRE CHEFE DE QUADRILHA E COVARDE). ESPERO QUE O POVO ACORDE ENQUANTO É TEMPO. MAS VEJA DIA VIRÁ QDO NOVAMENTE TEREI O PRAZER DE VER OS TANQUES CERCANDO O CONGRESSO E O PLANALTO, PRENDENDO ESSA RALÉ DESSA QUADRILHA DO PT QUE COLOCOU AS MÃOS NO PAIS PARA SAQUEAR – ONDE SERÃO CRIADOS TRIBUNAIS POPULARES PARA FUZILAR E LIMPAR O PAIS DESSA ESCÓRIA QUE SÃO OS PETRALHAS – KKKKK.
    AH, UM CONSELHO, SAIA DAQUI ENQUANTO HA TEMPO, POIS O JOGO VAI VIRAR E NOSSA VEZ CHEGARÁ – KKKKKK

    • Valdeci Imidio de Souza disse:

      É espantoso como certas pessoas se deixam levar pelo ódio. A ira é um dos sete pecados capitais, embora seja humanamente compreensível que sejamos susceptíveis a ela. Num debate frente a frente, às vezes somos vítimas do destempero. Mas assim à distância,através de mensagens gráficas,só atesta que algumas pessoas não estão preparadas para a pluralidade de idéias e portanto, para a democracia.Bom, se ela for de alguma valia para tais indivíduos.Sou a favor da punição dos torturadores que serviram à ditadura militar, nem por isso perco a compostura verbal.

      • ADE disse:

        ME ASSOCIO A TUA OPINIÃO…E DIGO O SEGUINTE,JA IMAGINOU CARAS COMO O NOSSO AMIGO ALEX AI NO PODER??????E PELAS MANIFESTAÇÕES VERBAIS, ACREDITO QUE SONHA EM ESTAR NO PODER ALGUM DIA…

      • alex kriczek disse:

        Meus amigos, vcs que tem uma mente doentia, não querem ver que essa conversa de socialismo é uma ideia de jerico. Lembrem do CAMARADA STALIN – GRANDE REFORMISTA -OU POL POT – DOIS IMBECIS -
        Eu fui criança e adolescente naqueles “ANOS DE CHUMBO” – KKKKK, e me divertia melhor do que hoje, POIS A VIOLENCIA ERA PEQUENA – A POLICIA PODIA MATAR SUBHUMANOS, E NÃO HAVIA IMBECIS DOS DIREITOS DOS SUBHUMANOS-KKKK, HAVIA ORDEM E A UNICA COISA QUE NOS PREOCUPAVAMOS ERA COM AS BOMBAS QUE OS “HEROICOS CAVALEIROS DO PROLETARIADO PODIAM JOGAR NO POVO”. VEJAM A LISTA E PESSOAS QUE MORRERAM NAS MÃOS DAQUELA RALÉ – . HOJE ESTÃO NO PODER ROUBANDO E SAQUEANDO O PAIS – O GRANDE FANFARRÃO, CACHACEIRO E MANIPULADOR DE MENTES – LULA MOLUSCO, USOU DA MANIPULAÇÃO DAS MASSAS COMO HITLER FEZ: FALAR O QUE O POVO QUERIA OUVIR – OU SEJA – MENTIR E MENTIR -

    • MINA disse:

      Alex vc é um indiota,não sabe o que fala.

      • alex kriczek disse:

        Sra. MIna, vá ler um pouco de história. Leia sobre a história do comunismo, no lugar de ficar vendo o programa de “maior valor cultural e que vai ser elevado a monumento cultural da humanidade o bigbrother”. Vc demonstra ser uma anencefala, ou seja, deve ser uma dessas dondocas que passa a manhã vendo os programas de televisão sobre culinária, e a à tarde vai fofocar sobre a vida dos outros com as vizinhas- kkkkkkkkkk – Mulher imbecil.

  20. joão disse:

    assiti o o conecção reporter deste dia 30 de março de 2011
    e fiquei indignidado como João lucimar Leal , Jarbas Passarinho , Curiò conseguiram ainda se eleger , depois de tantos estrupos que cometeram na ditadura , e dizem que era somente para obter informações , parabens Ao SBT ao sergio Cabrine por essa reportagem e pela proxima novela tenho 40 anos e vivi um pedacinho ainda do regime ao final dele eu tinha treze anos morava em São Paulo e sabiamos ate aonde podiamos chegar !!!!!

  21. sinvaline disse:

    Gostaria de incluir no rol dos desaparecidos o nome do meu tio Rivaldo Vieira Brito desapareceu em 1961 indo para o Pará com um senhor conhecido por Brito.

  22. marlene disse:

    alguém aí pede pra esse bosta do alex calar a boca…

    • alex kriczek disse:

      Sra. Marlene, seja mais um pouco educada. Tenho direito de me expressar segundo a constituição do meu pais. A Sra. deveria aceitar o contraditório, e procurar se educar mais. Com certeza a Sra. é uma militante de algum “movimento social”, que usa verba publica para enriquecer enganando os trouxas como faz o pt e demais grupos que estão no poder e saqueando pais. Com certeza deve morar em uma favela, ou em algum alagado. Tem 9 filhos e não lembra quem são os pais. Lavava roupa para sustenta-los de dia e apanhava a noite, quando o ultimo bebum que que te fez um filho queria tomar mais um goro e vc reclamou. Olha cai na real, vc é apenas massa de manobra de dilmão e sua corja de lacaios. Tenho pena da maioria do povo brasileiro, votaram num partido de ladrões que falou o que o povo queria ouvir, dando um golpe de mestre nesse povo infantil – kkkkkkkkkkkkkkk

      • Conceição disse:

        Vc só pode se expressar segundo a Constiutição do seu País (que acredito não deveria ser seu) porque muitos foram torturados e mortos por isso. Vc realmente não sabe o que fala, pensa ou escreve. Vá estudar um pouco mais para depois falar com conhecimento de causa. Deixe de ser imbecil e expor a sua enorme ignorância rapaz.! Quando não entendemos o que falamos e dizemos apenas com vontade de agredir, é melhor calar.

      • alex kriczek disse:

        Sra. CONCEIÇÃO, não vou perder meu latim tentando explicar a uma subhumana marxista e imbecil feito voce a verdade – aconselho a voce ler a biblia todo dia e lavar a boca – criaturas inferiores feito vc só existem por benevolencia do criador – kkkk.

      • Yasmin Galdino disse:

        Alex Kriczek concordo plenamente com todas as suas afirmações ! Infelizmente vivemos em um pais onde as pessoas acreditam em tudo que vêem e escutam, mas não procuram o que esta atras de toda essa farça política.

        Parabéns ! Você tem uma ótima forma de ver o mundo em que vivemos e de expresar sua opinião em cima dos fatos existentes. Estou fazendo um seminário sobre tudo o que ocorreu na época da Ditadura militar, e é completamente impossível falar de Ditadura e não citar as torturas, meu grupo e eu estamos precisando de pessoas com uma visão como você ! Poderia nos ajudar ?
        Desde já agradecemos !

  23. A tortura fisica ou psicologica pode ser fatal para um ser humano. Deveriamoss todos lutar contra isso, da melhor maneiro que seja possivel.

  24. rodrigo disse:

    olá vc poderiam me dizer que tipos de gases toxicos eram usados para torura?
    exemplos, nomes, composiçao, efeitos tudo que puderem dizeerr…
    vllllw

  25. José Ronaldo disse:

    Será que esta pessoa, Alex Kriczek, é da Ku Klux Klan, pois durante a dissertação dele, ele insere várias vezes kkkkkkkk.

    • alex kriczek disse:

      Sr. José Ronaldo:

      Eu inseri várias vezes a letra k como forma anomatópica do riso – no lugar de rsrsrs ok!
      Séria uma imbecilidade de minha parte, fazer alusão a um grupo de imbecis da KU KLUX KLAN, que na realidade são seres com sérias perturbações mentais, assim como todos racistas que fazem alusão a superioridade racial.
      Eu como boa parte dos brasileiros sou mestiço e não tenho vergonha de dizer isso. Descendo de negros, portugueses, holandeses e austriacos. Tenho orgulho de dizer que sou nacionalista e que amo meu pais, que agora está entregue a uma gangue de ladrões que o está saqueando. Se os militares tivessem feito um bom serviço, boa parte dessa corja teria ido para o inferno. Vejam que desde que o governo do ALI BABA LULA começou, e engendrou pelo da SARGENTONA DILMÃO, mulher ridicula E SEM EXPRESSÃO NENHUMA, todo mês ha denuncias de corrupção no governo, POIS FOI O POVO QUEM COLOCOU ESSA GANGUE NO PODER. E agora, realmente o brasil é um pais de TOLOS. SOMENTE OS MILITARES PODEM SALVAR A PATRIA E COLOCAR ORDEM NOVAMENTE NA CASA.

  26. Amanda disse:

    Assisti um filme em minha escola chamado Zuzu Angel, fiquei impressionada com o que aconteceu no nosso Brasil… e então vendo esta pagina, reparei que o nome do rapaz que aparece no filme esta na lista de desaparecidos, e fiquei emocionada…
    espero que esta época não se repita..

  27. Amanda disse:

    acabeei de postar a mensagem logo à cima, tambem reparei que a mae do rapaz, zuleika angel tbm esta na lista de morte..
    que triiste

  28. José Ronaldo disse:

    Alex, com todo o respeito, desconheço o termo anomatópica. Tal termo não existe no idioma português, nem daqui, nem de Portugal, nem de Timor Leste. Você não quis dizer Onomatopaica?: “…letra k como forma onomatopaica do riso, etc ….” termo que traduz uma interjeição onomatopaica, quer dizer: interjeição=traduz um sentimento, como, por exemplo: estou rindo=verbo; onomatopéia= vocábulo que procura reproduzir o som provocado por algum fenômeno. Portanto, estou rindo= rs (ou kkkk, como você prefere). É isto o que você quis dizer?

  29. Valdeci Imidio de Souza disse:

    O instrumento para fazer vir à tona as barbaridades que ocorreram no período 1964-85 já está se configurando, apesar dos obstáculos (ainda fortes!) contra a sua realização: a Comissão da Verdade. Vamos aguardar (e participar) os seus trabalhos. Como a esperança (mesmo torturada!) é a última que morre, tenho grandes expectativas para ver passar a limpo essa sangrenta página de nossa história.

    • ALEX KRICZEK disse:

      Sr. VAldeci Imidio, será que essa “comissão da Verdade”, vai realmentente apurar a verdade. Ela deve apurar também os crimes dos
      “heroicos soldados da liberdade” – ou seja – de JOSÉ (MENSALÃO) GENIUNO e de toda cambada do PT, que a época jogaram bombas e mataram pessoas inocentes, sem esquecer dos justissamentos que ocorreram entre eles.
      - AVISO AOS NAVEGANTES E ÀQUELES QUE NÃO SE PREOCUPAM EM ESTUDAR O QUE REALMENTE ACONTECEU E ACREDITAM NO QUE DIZ ESSE BANDO DE LADRÕES QUE ESTÃO NO PODER – É comico saber, que eles hoje falam que lutaram por liberdade, mas na realidade queriam colocar aqui no brasil uma DITADURA TÃO FEROZ E VIRULENTA QUANTO A DO SANGUINÁRIO FIDEL CASTRO, DO CAMARADA PSICOTICO STALIN OU DO GRANDE “HUMANISTA POL POT DO CANBOJA”
      Se alguem se interessar vide a grande saga do HUMANISTA SOCIALISTA POL POT – QUE JUNTO DE UMA ORGANIZAÇÃO HUMANITÁRIA CHAMADA KHMER VERMELHO – EXTERMINARAM UM MILHÃOM E MEIO DE CABOJANOS E FUZILAVAM TODO AQUELE QUE TIVESSEM DIPLOMAS HUNIVERSITÁRIOS OU QUE SIMPLESMENTE USASSEM ÓCULOS, POIS PARA ELES ERAM INDICIOS DE QUE PODIAM PENSAR…..
      ESSES ERAM OS “IDOLOS”, DO IRMÃO LULA, DO IMBECIL MERCADANTE – DO COVARDE ZÉ DIRCEU, DO TRAIÇOEIRO ZE JENOINO, DO TERRORISTA VANUCCI e demais criminosos do PT………

  30. lucas mohr disse:

    é impressionante!!!
    temos q dar graças a deus por viver nó seculo XXI
    td muito triste

  31. Thaíse disse:

    É realmente lamentável que todo o conteúdo do texto seja verídico, e que tudo isso ainda é negado. É um assunto vergonhoso, mas que não pode ser deixado de lado, merecendo ser estudado sempre com o intuito de cada vez mais abrir os olhos das pessoas q desconhecem esse passado tão sombrio do Brasil.O autor está de parabéns.

  32. O marinheiro disse:

    Com relação ao comentário infeliz do sr. Alex “sei lá o quê”, 1º – você não estava lá, portanto não sabe o que está falando, vá se informar melhor, não repasse o que falaram para você! 2º Par uma pessoa tão inteligente quanto você que escreve o nome do nosso país com letras minúsculas, é sinal que não se importa com a imagem do próprio lugar onde vive ! Você deve ser tucano com certeza !

    • alex kriczek oliveira disse:

      Sr. Marinheiro……………. do que? /qual o comentário que o Sr. está se referindo? /se foi o que falei sobre a “comissão da verdade”, não vejo o motivo de talç sarcasmo de sua parte. Será que o que falei sobre os “heroicos comunistas e suas atividades folantropicas” não eram verdades? Eu tinha 16 anos Qdo o ‘GRANDE REFORMADOR E GRANDE HUMANISTA DO CAMBOJA – SALOT SAR, VULGO POL POT PRATICOU JUNTO COM SEUS ANJOS DO INFERNO – KHMER VERMELHO – O EXTERMINIO DE MAIS DE UM MILHÃO DE PESSOAS- O GRANDE IRMÃO DO GRANDE FANFARRÃO E CACHACEIRO LUIS LULA, O FIDEL CASTRO, FUZILOU MAIS DE 100 MIL PESSOAS EM NOME DA “REVOLUCION” COMO DIZEM OS IMBECIS SOCIALISTAS, E AI O QUE VC TEM A DIZER SOBRE ISTO? SERÁ QUE É TUDO MENTIRA?
      QUANTO A ESCREVER O NOME DE MINHA AMADA PATRIA COM LETRAS MINUSCULAS, FOI FALTA DE ATENÇÃO, PEÇO MIL DESCULPAS, OK? LEIA UM POUCO A HISTÓRIA………

  33. luiz mattos disse:

    Porque ainda publicam postes deste mané?Recomendo a este falastrão um psiquiatra urgente pois beira a demencia.

    • alex kriczek oliveira disse:

      LUIZ MATOS, QUEM É FALASTRÃO? EU OU O MARINHEIRO? OU SERÁ QUE VCS NÃO AGUENTÃO OUVIR A VERDADE?

      • luiz mattos disse:

        É vc. falastrão bundão e tobó de frango.mixo no cano do seu fuzil.

      • alex kriczek oliveira disse:

        Sr. Luiz matos, porque tamanha agressividade? Apenas falei a verdade, e vc como qualquer outro “SOCIALISTA DE OCASIÃO”, não suportam que a verdade seja dita. Vc ja leu o livro “A VERDADE SUFOCADA” do HEROI CARLOS ALBERTO BRILHANTE USTRA? leia atitulo de “CULTURA GERAL”, coisa que eu acho que o Sr. NÃO TEM, e procure ver os fatos dos dois lados, até porque o Sr. PARECE MAIS UMA “BICHA LOUCA DANDO PITY” – HAHAHAHAHAHAHAHAHA……..

  34. Marizete disse:

    E podem ter certeza que tem muito mais podridão lojada pra debaixo do tapete, então povo Brasileiro vamos nos unir pra que toda a verdade venha a tona, por mais suja que seja!!!Não que agora seja diferente…so que depende do povo brasileiro não deixar levar tantos anos pra desmascarar esses bandidos.e olhe que são muitos.

  35. Qual o limite entre cumprir ordens ou aproveitar de uma situação para hostilidades e obter favores (promoções e ganhos) de seus comandantes. Torturador não engane sua consciencia, você sabe o que fez e não pode esquecer. Foi covardia, fez as escuras, em grupos e protegidos pela lei. Se você foi manipulado pelo sistema, viva os generais do “país que vai pra frente”. No final, fomos todos manipulados.
    Todos queriamos impor um sistema para pessoas que só lutam por si mesmas (individualista, a marca do brasilieiro).

  36. Janio disse:

    Tanto já foi dito sobre essa corja de covardes que enojam e enegrecem a história do nosso país que qualquer palavra será simplesmente repetição. O que causa ainda mais espanto é ter que assistir o que aconteceu recentemente no Clube Militar do Rio de Janeiro: Militares reunidos para, pasmem! Comemorar o aniversário do golpe. São igualmente bandidos, vagabundos e desqualificados. Ainda se ofenderam quando depararam-se com grupos que protestavam contra esse inacreditável e macabro encontro. Homens de uma idade avançada sem a menor vergonha na cara. Um bando de sem vergonhas mesmo, sem honra, sem dignidade e sem caráter. Deveriam ser expostos em out doors para que todo mundo visse a atual face desses exemplo de degetos.

  37. Paulo Vargas disse:

    É estranho q pessoas como o indivíduo ALEX KRICZEK se escondem atrás do “anonimato” de uma página na internet para proferir todo tipo de bobagem e ignorância. Queria ver eles nas ruas enfrentando aqueles q acusa de “esquerdistas” e outras bobagens do tipo. Aliás, TODOS os militares q torturaram em nome do Estado são um bando de covardes pois nunca dão a cara prá bater. Nunca aparecem p dar entrevistas de cara limpa. Tem medo e vergonha pelo q fizeram. Pq então indivíduo ALEX n aparece num debate em público, numa atividade política em público p proferir suas bobagens?? Pq tem medo. assim, como todos os torturadores tb têm medo. Quem sabe um dia apareça neste país alguém ou alguma organização disposto a vingar ou equilibrar a história fazendo um a um destes cagões pagarem pelo q fizeram. Eu proponho começar pelo Cabo anselmo. Tá lançada a idéia!!!

  38. Tata disse:

    Alex Kriczek…
    Espero que seu avô, que matou pessoas a sangue frio, queime no inferno. E que você se mate. E também vá para o inferno. Beijos e VIVA A DEMOCRACIA! ABAIXO A DITADURA, PORRAAAAA!!!!!

    • alex kriczek oliveira disse:

      Sr. ou Sra. TATA, pq vcs SOCIALISTAS – COMUNISTAS OU BURRISTAS IMBECISTAS, falam coisas por má fé ou por não quererem aceitar a história. Sabemos que o ‘SOCIALISMO” já nasceu abortado. Uma doutrina criada por vagabundos, que nunca deram um prego em uma barra de sabão, e querem se APROVEITAR de quem luta a vida toda para obter algum bem, e depois ter que dividir com essa ralé de preguiçosos. Eu ODEIO OS MILITARES, pois eles prometaram consertar o pais, mas exterminaram somente metade dos, SOCIALISTAS”.

      VEJAMOS A “HEROICA HISTÓRIA DO LADRÃO, SEQUESTRADOR, COVARDE, GUERRILHEIRO E CHEFE DE QUADRILHA ” ZÉ -LADRÃO – DIRCEU. Que começou a investir na mitologia pessoal. Está dando um jeito de ser notícia. Bernardo Mello Franco informa na Folha deste domingo que ele quer porque quer participar de um debate sobre a luta armada contra o regime militar, especialmente para falar do Molipo (Movimento de Libertação Popular), a turma que foi treinar guerrilha em Cuba para tentar liderar um levante no Brasil. Dirceu era um deles. Deu errado. Diga-se — a seu favor ou contra ele, cada um avalie aí — que nunca deu um tiro. À diferença de Dilma, nunca foi da viração. Quando foi demitido da Casa Civil, substituído por ela, chamou-a, em seu discurso de despedida, de “companheira de armas”… Dado o humor da moça, ela deve ter pensado: “Esse nunca pegou numa garrucha…”. Sim, o Zé tem um lado mitômano. Mas leiam trecho da reportagem. Volto em seguida.
      Às vésperas de ser julgado no Supremo Tribunal Federal pela acusação de chefiar o mensalão, o ex-ministro José Dirceu, planeja uma reaparição pública em debate sobre a luta armada contra a ditadura militar (1964-85). Ele avisou amigos que quer participar, no próximo sábado, de seminário sobre a história do Molipo (Movimento de Libertação Popular).
      A organização foi criada pelos chamados 28 da Ilha, exilados que fizeram treinamento de guerrilha em Cuba e voltaram clandestinamente ao país para tentar retomar a militância contra o regime.
      (…) O ex-líder estudantil chegou a Cuba como um dos 15 presos políticos trocados pelo embaixador americano Charles Burke Elbrick, sequestrado em 1969. Fez uma plástica no rosto para despistar a polícia e voltou pela primeira vez dois anos depois. O plano fracassou, e ele se abrigou novamente na ilha até voltar definitivamente em 1975.

      (…)
Preocupados com a exposição pública a cinco dias do início do julgamento, assessores ainda tentam demover o ex-ministro de ir ao debate no Memorial da Resistência, museu sobre a guerrilha mantido pelo governo paulista. Nos últimos dias, Dirceu também revisitou o passado ao se hospedar na casa da mãe em sua cidade natal, Passa Quatro, no interior de Minas. Lá, no entanto, permaneceu em silêncio.
      Voltei – Pois é… Esses amigos são sempre tão preocupados com José Dirceu, né? Seriam aqueles mesmos que já anunciaram a disposição de recorrer a cortes internacionais caso ele seja condenado pelo STF? Que preguiça!
      É claro que o Zé está fazendo onda, né? Foi para Passo Quatro (MG) para tentar relembrar o passado do moço “revolucionário”. Agora, quer discutir a guerrilha de Cuba — e anuncia isso — para demonstrar que o STF estará julgando um bravo, um militante, um arauto da liberdade…
      Imaginem se a guerrilha pretendida pela turma do Molipo tivesse dado certo. O Brasil teria hoje um governo como o cubano, né?, e o Zé seria o nosso comandante. O regime de Fidel responde por 100 mil mortos — entre os fuzilados e os que morreram afogados tentando deixar a ilha. Proporcionalmente, dada a diferença de população, um regime à cubana, no Brasil, teria feito 1.680.000 mortos! A ditadura militar brasileira se contentou com 424…
      Zé Dirceu quer dar relevo à imagem do militante para mitigar a do “consultor de empresas privadas”, aquele do rendez-vous, que se esgueirava em quartos de hotel com autoridades do governo, de estatais e do Congresso.
      Que consultoria de imagem está com a “conta Zé Dirceu”? Saída esperta essa…

  39. Ventura disse:

    É tão revoltante tudo isso , porém como uma futura psicológa não julgo os militares que não passavam de ” hamister” pois eram limitados a uma ignorancia a qual obrigavam – os a fazerem essas coisas …. Tudo por uma idéia mediocre . Paz a todos que morreram e os que sofreram , desculpe – nos , por não poder ajudar .

  40. Gervásio Almeida disse:

    Compartilho aos pares uma visão de que independente da realidade a sociedade deve ser tratada como um grupo que possui direitos e deveres, hoje muitos tem um foco diferente, querem ter tudo e para nada se comprometem, usam o “deixa disso” como desculpa pra quase tudo, se baseiam em situações que pairam o ridículo com parâmetro ao que se divulga ser correto.
    Um exemplo, muitos Ptralhas(que me adoram pelas redes sociais), usam de desculpa as falcatruas cometidas por outros no governo antes deles, porra, que merda é essa, isso é o que os ladrões de rua falam, eu tô robanú poiseque é assim e sempre foi, eu só posso responder assim: VÁ A MERDA!!!
    Se tú viu algo errado e sabe que é errado, não faça, não me venha com a desculpa que o “a” fez antes e você faz porque ele começou antes, oche, quem usa isso de desculpa é criança, agora um bando de gente “letrada” fazer isso, porra só me resta a pensar que se eles assim pensam quem dirá o que passa na cabeça dessa massa de inúteis funcionais que votam nesses bandidos.

    Os militares nunca foram um exemplo em política, isso ouço muito, mas de que adianta ser um “az” na política e quando mete a cara só faz merda, digo isso pelo fato de muitos que seguiram após o período militar que governava o país terem batido no peito e dito que estavam lá para salvar o povo.
    Bela bosta de mentira!!! Sarney já começou usando o seu cargo em benefício próprio, ainda o faz hoje.
    Collor foi usado como escudo, até hoje na cidade onde mora mina mãe por lá lembram dele como cara que roubava mas fazia, igual ao Maluf e tantos outros, Itamar coitado fez o que pode do jeito que dava, parecia um cientista maluco dando pitaco em tudo que é canto, FHC veio com seu pensamento liberal, politizado, socialista e fodeu com tudo.

    Os serviços hoje podem ser melhores, não sei, lembro que quando a telebrás era a estatal lá em casa o telefone funcionava e era barato, até tinha ações, hoje o fixo só existe pela internet, telefonia móvel veio com a modernidade, que bela merda, funciona quando quer e de nada adianta reclamar, entre na fila.

    Existiriam muitas coisas a serem ditas, mas meu foco está na minha opinião sobre os militares ao governo.

    Todo ex-militar ou da ativa sabe que com o pouco que se tem se faz muito, é um dos lemas da caserna, quase a totalidade da instituição está sucateada, mas isso tem uma razão, os manter quietos em seu canto, vivem com as remessas de migalhas do orçamento.

    Em meu tempo de quartel nunca passei fome, nunca deixei de ter o básico para a sobrevivência, sempre que tina um problema fui ouvido.

    No quesito administração de recursos os militares são quem pode bater no peito e fazer o que tem de ser feito. Até pouco tempo atrás eu via pelo facebook uma imagem do tipo prestação de contas, onde uma obra realizada pelos militares havia ficado mais barata, entregue antes do prazo e com maior qualidade, se é verdade a informação não sei mas beira a verdade sim, em minha região há a Ferroeste, contruída pelos militares, a qualidade nem se discute, prazos nem se fala, e está até hoje funcionando.

    Eu trabalho numa empresa que tem direto envolvimento em obras públicas, e por lá vejo como funciona a máquina pública, uma obra que qualquer empresa faria em 20 dias normalmente demora 40 ou mais, isso só se falando em tempo….

    Jair Bolsonaro ou qualquer outro defensor da época do militarismo em nosso país é duramente criticado pelo que ocorreu nos DOPS e assemelhados, mas ae eu lhe pergunto, acabei de ver no jornal da Band um caso onde um empresário foi morto por uma menor de 15 anos, me diz ae quem quer uma praga desa solta por aí pra repetir tudo isso ou coisa pior, pois era reincidente em crimes, eu não quero, mas tem um monte de babaca que defende uma lei idiota que protege os bandidos e fere a dignidade de muitos menores que querem trabalhar e aprender algo, ou somente ganhar uma graninha de forma honesta.

    Um caso bem latente, os caras que roubaram a fábrica de jóias no RS, quem acha que os anjinhos irão falar tudo de bom coração???
    Aqui nós sabemos que não irão falar nada, pois a lei escrita por um bando de quadrilheiros de esquerda, defende a vagabundagem.

    Quem acha que um sequestrador fala tudo na hora que se pede???? O filha da mãe só abre o bico se apertar um pouco, mas ae vem uma tropa de maconheiros dizendo ser dos direitos dos manos.

    Hoje sofremos crimes muito piores do que os que dizem ter ocorrido na época dos militares, o problema é que muitos batem palma.

    No meu tempo toda semana havia formatura no pátio do colégio e se cantavam hinos do país, estado, cidade, hoje a mulecada mal sabe escrever, fica o dia todo ouvindo esse monte de lixo pelas rádios e os “entendidos” garantem isso ser a diversidade cultural.

    Não temos mais o mesmo patriotismo que antigamente, coisa que muitos “vizinhos” nossos ainda têm, Paraguay, Bolívia, Chile, Argentina, ainda hoje se ensina nas escolas a história de seu país, hoje por cá se discute a porcaria, a merda alada do kit gay.

    Existe sim o partido em atividade o ARENA, mal se restabeleceu e foi duramente criticado, afirmam os críticos que irá trazer para o país a ideia de ditadura, de crimes blá blá bla´…

    Eu não acho que isto iria acontecer, acredito que as mudanças seriam muitas, mas com uma intenção diferente da vivida hoje. Hoje se governa para livrar o próprio toba, acredito que seria muito diferente com a visão administrativa militar.

    Teria muito mais a ser dito, mas isso quase daria um livro, escrevo por cá sem muita ordem, o que vou lembrando vou escrevendo.

  41. Valdeci Imidio de Souza disse:

    Os brasileiros que possuem muita ou pouca lucidez querem (e exigem!) ouvir a Verdade, por isto apoiam a Comissão.
    Tomara que os torturadores tenham mais habilidade com as palavras quando forem prestar depoimento, que seus defensores amargos conseguem apresentar quando se manifestam,atropelando lógica textual, confusão temporal e embaralhamento temático. Talvez sejam motivados pelo desespero!Por que este estado de espírito? Não existe mais a tortura no Brasil por divergir do sistema político.Viva a democracia!

  42. Durante o período militar (1964-1985), a “verdade” existente era aquela imposta a ferro e sangue pela nefasta ditadura, usando como instrumentos de controle a terrível censura e a perseguição, sequestro e tortura, seguidos da morte ou “desaparecimento” ,dos críticos e/ou adversários do regime estabelecido pelos homens de farda e seus sequazes civis.
    Assim, eu me pergunto, se o que têm a esconder não é mais terrível e dantesco do que aquilo que já é conhecimento de muitas pessoas.

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